07 dezembro 2016

Pudesses tu

Dirias o quê?

39 comentários:

  1. Respostas
    1. E porquê essa medida tão drástica? Quer partilhar?

      Eliminar
    2. Oh, era uma referência histórica...

      Eliminar
    3. Foi aleatória? Podia ter escolhido " Teremos sempre Paris", por exemplo?

      Eliminar
    4. Não, não, foi cirurgicamente específica. Seria uma medida de higiene mental, levada a cabo em algumas caixas de comentários.

      Eliminar
    5. Gosto do conceito. De um ponto de vista conceptual, claro...

      Eliminar
    6. Bom dia, caro Pipoco...Já cheguei!!!

      «Reclamo o meu poder e os meus direitos
      extorquidos por gente mesquinha e despótica...
      A minha cabeça pertence-me. E, tu, ó vil pessoa,
      jamais conseguirás separar-me dela...nem d’Ele.»

      Então, Pipoco? Gostou desta minha brilhante actuação?

      ♔ ☺


      Eliminar
    7. Eu também, e apenas do ponto de vista conceptual, claro. A moderação de comentários faz as vezes do carrasco, e se não corta muitas cabeças, pelo menos pode cortar o pio a algumas.

      Eliminar
    8. [ahahahahahaahhaaaah! minha Blue, já pilotámos juntas esse chaimite, certo?]

      Eliminar
    9. [pois sim, minha flor, temos esta memória conjunta!]

      Eliminar
  2. Que tomo sempre as decisões acertadas, mesmo quando não são as decisões acertadas.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Chama-se autoestima, não é?

      Eliminar
    2. Em falta ou excesso? Uma e outra podem conduzir a péssima decisões (que se revelam efectivamente péssimas e que, contrariando todos os contos de fadas e teorias dos finais felizes, nunca se virão a mostrar acertadas)

      Eliminar
    3. A autoestima alta não tem contra-indicações.

      Eliminar
    4. Alta e em excesso não são sinónimos.

      Eliminar
    5. E como se mede a coisa?

      Eliminar
    6. Ora como? Com régua e esquadro, compasso e balança, astrolábios e sextantes, teodolitos e peclises...
      (nem parecem coisas suas)

      Eliminar
  3. Pipocante Irrelevante Delirante7.12.16

    Sem comentários

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É um bom ponto de partida. Mas espero sempre mais de si...

      Eliminar
    2. Pipocante Irrelevante Delirante7.12.16

      Oh caro doutor Pipoco... não me diga que pegou um desses males que afligem as mulheres. Elas é que esperam sempre mais...

      Eliminar
  4. Respostas
    1. Assim, sem disclaimer? Não é saudável temer um mínimo?

      Eliminar
    2. Nada temas diz-se perante a possibilidade de um ato de coragem, em que o que nos está a travar é precisamente o temor de avançar. Nada tema

      Eliminar
    3. Isso não soa a vestir a capa de super herói e avançar? O que nos trava é razoavelmente saudável.

      Eliminar
    4. Não sei a que lhe soa, mas achei curioso o uso da palavra herói. Sim, é um ato heróico no sentido em que é um desvio da zona de conforto, mas apenas para cumprir um desafio psíquico maior. Para os gregos, os heróis são semi-deuses, por serem humanos mas terem algumas características dos próprios deuses. E um exemplo de jornada do herói pode bem ser um relacionamento, um casamento, uma viagem, um trabalho novo, algo que nos tire do mundo comum e contribua para o nosso crescimento psíquico e emocional. Nunca mais somos os mesmos, depois de cada jornada que empreendemos :) e as jornadas só nos são propostas quando estamos preparados para elas, a nossa psique total sabe mais do que o nosso ego, é este que tem medo. Nada tema podia ser a voz maior que mora no centro da nossa psique, que conhece o pessoal todo que nela habita e que tem poderes suficientes para dizê-lo, por saber que estamos todos preparados, menos o ego, que, mesmo com medo, vai. A negociação tem de ser com ele, sem ele, nada feito :)

      Eliminar
    5. O tema está na ponderação do temor. A vantagem competitiva é essa, ponderar, dosear e, principalmente, saber quando é tempo de ir ou ficar.

      Eliminar
    6. talvez o Pipoco esteja a ver a coisa de fora para dentro, é o externo que determina se avança ou se espera. Eu vejo de dentro para fora, é a minha segurança e convicção que determinam se avanço ou se não vou de todo. Independe da concorrência, só compito comigo. O temor é em relação ao que pode acontecer comigo, ao não poder prever o futuro, e não em relação aos outros, se ganho ou perco em relação a eles, quero lá saber deles, a viagem a que me proponho é ir além de mim...

      Eliminar
  5. Lady Kina7.12.16

    Depende, se fosse para fazer comentários inteligentes, ficava calada. Se fosse para dizer disparates, diria que hoje me sinto uma beca arbustrea.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Conto consigo neste espaço de agradável e são convívio...

      Eliminar
    2. Lady Kina7.12.16

      Lá está, inteligente, agradável e sã... hmmmmm, se calhar em outro dia, hoje não me calha. Tudo de bom!

      Eliminar
  6. Anónimo7.12.16

    Tomando a caixa por um "speaker's corner" ao contrário diria ao meu amor: "Lamento. Nunca pensei que um dia iria hesitar tanto. Sei que o mais importante deveria ser o meu sentido de auto proteção, aquele que supostamente se prende com a auto estima. Todavia, continuo a ver o teu olhar, aquele que, depois de tanto tempo, se despiu em desespero e ternura.
    Sei que confiar na ternura dos desesperados é um salto para outro trapézio. Sem rede, claro.
    O teu silêncio pesa mais que o apelo do teu abraço. Que calas tu, meu amor? Que faço eu?

    ResponderEliminar
  7. A insídia do conjuntivo.
    Se pudesse, porque não sei, ergo não posso, cantaria a história do multiverso em pentâmetro iâmbico. Talvez seja isso que Deus faz, jazz em saxofone.
    Os colegas não perceberam que era para dizer aquilo que diriam, não para dizer mesmo aquilo que diriam. A subtileza do nome e não a coisa.
    C......

    (então meu caro? estávamos habituados a posts mais inteligentes que os comentários!)

    ResponderEliminar
  8. Anónimo7.12.16

    Pipoco, quando a baliza está aberta, ninguém marca golo, as pessoas ficam desconfiadas...

    Mafalda

    ResponderEliminar
  9. "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"...
    Ou então, mais prosaicamente: - Tirem-me deste filme!!!!!!!!!!!!!!

    Pronto... Já tive direito aos meus 15 segundos de fama?!? Já? Já?

    ResponderEliminar
  10. Anónimo7.12.16

    eu cá não digo nada. então num post o tio diz que o "problema das mulheres é dizerem coisas" e agora quer que se fale?
    nem pensar, eu não digo nada e vou ja embora,
    (ahahhahh)
    vw

    ResponderEliminar
  11. Anónimo7.12.16

    Nada. Ouvia só.

    ResponderEliminar
  12. Pudesse eu, diria que noventa por cento das vezes, em noventa por cento das coisas, é-me absolutamente indiferente.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo8.12.16

      Dona Pirata, eu não diria melhor.
      I don't care.

      Mariana

      Eliminar
  13. Diria o que sinto,
    Sem ter preconceito,
    Que hoje pressinto,
    No ar o respeito,
    Estou a comentar,
    Sem critério definido,
    Que isto de rimar,
    Tem acontecido,
    De forma espontânea,
    Sem hesitar,
    Como em colectânea,
    Que gosto de dar,
    Fico por aqui,
    Se pudesse dizer,
    Sei que consegui,
    Se acontecer.




    ResponderEliminar