28 dezembro 2015

Em resumo

Ofereceram-me Roth e uma viagem a Roma. Os sobrinhos mais novos já não estranham que eu lhes ofereça teatro e música ao vivo (e a minha companhia...) em vez de jogos de consola e bonecos anunciados na televisão. Gostaram da minha receita de bacalhau deste ano (uma base de cebola confitada, uma camada de lascas de bacalhau e camarão de Moçambique, uma camada de couve portuguesa em puré, batatas cortadas finas e uma pincelada de maionese, e vai ao forno). Não sobrou comida porque todos levaram comida para casa. Já quase ninguém me deseja um bom natal por mensagem de telemóvel. Todos me atenderam quando eu telefonei a desejar um bom Natal. Ofereceram-me um desses artefactos para ler livros e eu não reclamei dizendo que só leio livros em papel, aliás, já comprei dois livros para ler no artefacto e tudo. Não faltou lenha para a lareira. O Julia Kemper Reserva foi uma boa aposta. Fiz de Pai Natal e consegui fazer rir os mais velhos (os mais novos é fácil, nem preciso vestir-me de Pai Natal). Fui levar o meu irmão ao aeroporto. Não sei se passou  "Música no Coração" na televisão.

8 comentários:

  1. Em suma, um bom Natal, como se deseja sempre.
    E sim passou a altas horas na RTP, julgo que no dia 25.
    Abraço

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  2. Eu vi a Música no Coração. <3

    Natal abençoado!

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  3. Anónimo28.12.15

    Permita-me o reparo Tio Pipoco, Julia Kemper. Sei que gosta de ser o Tio a escolher o vinho, mas deixe dar-lhe esta sugestão, se ainda não provou e se tiver oportunidade, aconselho este
    http://www.cver.fr/en/our-wines/baron-edmond

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    1. Julia Kemper, claro. Obrigado pelo reparo.

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  4. Anónimo28.12.15

    o teu blog ainda não foi à vida! já não se aguenta tanta pseudo intelectualidade e arrogância

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    1. Eu próprio me surpreendo, Anónima.

      (e misoginia, não esquecer a misoginia...)

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  5. Cláudia Filipa28.12.15

    Em resumo

    Ainda não consegui vestir uma roupa diferente ao bacalhau cozido com a couve portuguesa e as batatas na consoada, e sim, passou "Música no Coração" na televisão, na noite de 24 (é o equivalente, no Natal, ao bacalhau cozido com as couves mas em filme). Também não desejei um bom Natal a ninguém por mensagem de telemóvel, nem me desejaram a mim, ouvimos a voz uns dos outros. O momento da troca de prendas é especial, começa logo pelos embrulhos, uns somos nós que os fazemos o mais bonitos que conseguimos, e mesmo quando mantemos os que são feitos pelas lojas acrescentamos sempre qualquer coisa, nunca são prendas só para despachar, vai amor para lá do objeto, e, às vezes, coisas escritas que aquecem o coração, e depois uma pessoa diz que não merece tanto e respondem que merecemos muito mais, e ninguém está a mentir a ninguém. Um dos presentes que recebi foi um álbum com fotografias, a maioria nem sabia que existia, de uns passeios que fizemos em família durante este ano (tios e primos incluídos), estava organizado como se fosse uma história, tinha uma introdução, cada fotografia tinha uma legenda e as legendas foram escritas para fazer rir, e faziam mesmo, e ri, ri tanto com aquilo, rimos todos.
    (ninguém quis levar comida para casa, também tinham muita coisa e tal, e agora, Pipoco, estou com umas bochechas que parece que foram picadas por abelhas)
    (E que bom que é, também, o seu Natal)

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  6. Não leve a mal, caro Pipoco, mas isso do camarão de Moçambique com couve portuguesa e maionese soa demasiado suburbano para si.

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