31 julho 2017

Começar um blog não é difícil...

..., há sempre tanta coisa para contar das nossas vidas, ele é o baton novo que parece que funciona mesmo, ele são as tropelias dos nossos petizes, sempre tão vivaços e avançados para a idade, benza-os deus, ele são os nossos estados de espírito, hoje sinto-me assim, amanhã sinto-me mais capaz de enfrentar o mundo, ele são os progressos nisso das corridas, enfim, ao princípio não há impossíveis, parece que nunca falta tema e quando nos parece que hoje não há nada para contar, podemos sempre tirar retrato aos pés enterrados na areia da praia ou publicar retratos do ano passado como se tivesse sido hoje.

 Difícil é isto.

19 comentários:

  1. Fale-nos mais dessa livraria, a sua.

    ResponderEliminar
  2. Isto da pluralidade de temas fraturantes na blogosfera é algo que merecia uma maior reflexão. Não tenho tempo nem engelho para sequer pensar acerca disso. Penso que a paciência também se esgota rapidamente, e eu que gosto de falar de coisas tão díspares e vazias de conteúdo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isto de não editar aquilo que escrevo por vezes engelha o engenho ..

      Eliminar
  3. ainda ontem por aqui naveguei até quase aos primórdios (da civilização, pode mesmo dizer-se), e - caramba, tio Pipoco! - este tasco é mesmo uma instituição. que o reumatismo não o tolha por muitos e longos anos.

    e continue a repetir-se sempre. todos os assuntos podem e devem ser escamoteados face à realidade actual do dia em que são publicados e segundo novos pontos de vistas de leitores agora mais amadurecidos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Flor, não nego, navegar nisto até aos primórdios num dia bonito de verão é um excelente programa.

      (quer falar?...)

      Eliminar
    2. (mas tem tempo?)

      Eliminar
    3. (tenho sempre tempo para o que é realmente importante)

      Eliminar
    4. Lady Kina31.7.17

      (realmente, Flor, se é para expiar pecados, há formas menos mórbidas e igualmente eficazes, e em sendo para espiá-los, bom, depois conto-te sobre uns blogues que eu conheço...)

      Eliminar
    5. (estive a reler vários posts, gostei imenso de reler aquele em que o Pipoco é o galã da gabardine de gola levantada e camisa aberta. lembra-se?)

      Eliminar
    6. (Lady Kina, quero ver esses links :)

      Eliminar
    7. (não)
      (na verdade, subliminarmente, Pipoco é esse da gabardina em todos os posts)

      Eliminar
    8. (também eu estou a ficar com vontade de retroceder até aos primórdios...)

      Eliminar
  4. Cláudia Filipa31.7.17

    Pois é, daí o meu encantamento com este seu "isto", como sabe. Pela forma diferente como aborda "as temáticas", pela forma como, não deixando de falar de si, daquilo de que gosta e de que não gosta, da forma como vê as coisas, mesmo quando abusa da camuflagem, preocupa-se em arranjar um enquadramento que se parece com um conto a cada post, a forma como este blog tem mesmo uma ambiência criada por si e que não se percebe à primeira, nem à segunda leitura, é para ir percebendo, ir entrando na atmosfera, afinal acaba por ser o mesmo percurso que vamos fazendo se quisermos conhecer-nos uns aos outros, assim é o percurso deste blog que não é evidente, é para ir descobrindo, tal como as pessoas e toda a profundidade que têm para lá da superfície. Pois é, caríssimo Blogger, difícil é isto, e essa é uma das razões pela qual eu gosto tanto deste blog, das acrobacias que faz ao falar de si parecendo que não, as pistas falsas plantadas para disfarçar as verdadeiras, a descoberta, o acertar e às vezes não. Por isso, sempre que não lhe ocorra qualquer tema, mas queira cá vir dizer olá, venha, até pode dizer apenas que se encontra de olhos semicerrados perscrutando o horizonte envolto na nuvem de fumo de um cohiba, macacos me mordam, se o Pipoco não merece fazer posts só a perscrutar o horizonte quando faltar temática, não sei quem mereça.
    Olá, caríssimo Blogger! Olá, Pipoco!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ora, Cláudia Filipa, isto é só uma coisa para eu andar entretido...

      Eliminar
  5. (tenho a certeza que sim!)

    um abraço, tio Pipoco.

    ResponderEliminar
  6. Anónimo31.7.17

    ao ler a flor, lembrei-me de ir fazer o mesmo. li os seus 1.ºs posts, Pipoco, e uns comentários e tal. viu-se quase grego para este seu gabinete não ir por aí fora na brejeirice, certo?

    ResponderEliminar
  7. ah, teremos sempre futebol, os problemas do futebol, os problemas das mulheres, os exóticos jantares, ópera, Aznavour, neve, os problemas das mulheres,...

    ResponderEliminar
  8. Anónimo1.8.17

    E nós não estaríamos aqui ou não fosse Pipoco Mais Salgado o seu nome.

    ResponderEliminar