19 agosto 2015

O fim do Caminho

14 comentários:

  1. Cláudia Filipa19.8.15

    O simbolismo deste post é.... uma pessoa tem de gostar de si, é inevitável.

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  2. Bem sei que isto não são discos pedidos, são só blogs e as coisas são como são, mas agora que concluiu o Camiño quando posso voltar a ler um post "baralha, parte e dá", ou do interior, ou como lhe queiram chamar? É que tenho uma certa saudade de ler os seus relatos dos lindos pôr-do-sol na baía de Copacabana.

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    1. Ora, Mirone, o autor está na sua fase mística, interagindo com o leitor e interpretando o post como um bem escasso.

      (a seu tempo, a seu tempo...)

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    2. Agradecida.
      (Até lá, então)

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    3. Anónimo19.8.15

      Baía de Copacabana?

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    4. Com certeza! Um espectáculo belíssimo. Uma coisa linda de ser ver, única, quando a baía se pinta de ouro e fogo para ver descer o astro rei na linha de água. Até me emociono.

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    5. Anónimo20.8.15

      Não será antes Baía de Guanabara?
      Bem me parecia. Tss, Tss.

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    6. Cláudia Filipa20.8.15

      A primeira vez que aqui li, um desses posts do Pipoco, cairia que nem uma patinha, não fosse, talvez por caridade, não sei, o autor ter auxiliado numa coisa um pouco mais básica, o que me levou a conferir o resto, mas com a ajuda do Google. Não sou assim tão culta. Não sou mesmo. E ficar a saber um pouco mais, é um dos motivos porque leio alguns blogs. A verdade é que, assim, à partida, não gosto nada dos posts de que aqui se fala, ficar assim frente a frente com a minha ignorância, não me é agradável, confesso. Por outro lado, fazem-me ir à procura do que não sei. Por estes motivos, o meu coração divide-se, no que toca a esse tipo de posts.

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    7. Anónimo20.8.15

      Mirone, que confusão que parai aí vai. Existe uma baía de Guanabara e uma praia de Copacabana. Na primeira não se põe sol nenhum e na praia de Copacabana o sol põe-se atrás do Arpoador, ficando escondido por ele.

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    8. Caro anónimo, garanto-lhe que não há confusão nenhuma na minha cabeça. O pôr-do-sol na baía de Copacabana é um espectáculo só superado pelo cerimonial de acasalamento das baleias tibetanas.

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  3. Melissa19.8.15

    Estive fora uns tempos e, não é por nada, acho que isto foi tomado por alguém que se fez passar pelo Sr. Pipoco.

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  4. Na qualidade de co-responsável por ter levado esse livro para o Caminho, o mínimo que lhe posso pedir é uma resenha do mesmo ao bom estilo pipoqueano. Sem misantropismos.

    Agradecido.

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  5. Anónimo20.8.15

    Este título... Pode ter muitas interpretações... Aguardam-se desenvolvimentos :)

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  6. Eu já ficava contente com uma «Peregrinação», ao género Fernão, Men(d)tes? (P)minto.

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