27 setembro 2013

Ora vamos lá então a ver se isto dos blogues sempre serve para alguma coisa de valor

Leio os livros da Guerra dos Tronos antes de ver a série, vejo primeiro a série e depois leio os livros, leio os livros enquanto vejo a série ou leio o último do Valter Hugo Mãe?

62 comentários:

  1. Ainda não li os livros... Mas a série está muito boa!

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  2. OCorvo27.9.13

    Leia o de João Malheiro "Cona D'aço"

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    1. Meu caro Corvo, estou a meio de um livro de que estou a gostar mais do que se me afigurava.

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  3. O José Rodrigo dos Santos lançou um livro novo. Eu no lugar do Pipoco começava por aí...

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    1. Anónimo27.9.13

      Ai ai ai...

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    2. Anónimo27.9.13

      Que insulto!!!!

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    3. era por aí, mas para crepitar na lareira. a relação carga térmica volumétrica por € deve ser bem superior à do eucalipto ou da biomassa. é comprar duas toneladas de livros do J. Santos para passar este inverno bem quentinhos.
      sem ofensa meus caros colegas. não consigo controlar este meu transtorno.
      anonimo

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    4. Anónimo27.9.13

      Não posso concordar mais.

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  4. Compre a edição mais completa Bluray meu caro amigo. Os menus contêm toda a informação relevante a respeito do acervo de personagens, regiões, ethos e coisa e tal, se estiver interessado. E ainda lhe oferecem um mapa.
    Quanto aos livros, a última vez que li algo sobre o assunto, o egrégio G. Martin ainda pastoreava as ideias, longe da conclusão da saga. Sendo pessoa já de idade é significativa a probabilidade de bater a bota sem concluir a coisa, que decorre já há tempos infinitos. E depois vem um tarefeiro qualquer espalhar o último volume por três ou quatro calhamaços bem recheados de inanidades.
    Até eu próprio me atreveria enfrentar tal colosso se o meu patrão, ou seja eu próprio, me desse um ano sabático, mas enfim, ele tem de comer e para isso tenho de trabalhar.
    Se quer a minha opinião, que bem sei que não quer, mas deixo-a aqui ficar só para poder contrariá-lo, para distrair leia qualquer coisa do DeLillo ou do Banks.
    Tem tudo aquilo que é necessário para libertar a mente por umas horitas: sexo, acutilante análise sociológica, crítica de costumes, actualidade, ironia, minúcia, musicalidade, poucas páginas e sexo variado.
    Grato por me tornar prestável,
    anonimo

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    1. Caro anonimo,
      Reparou que se referiu a sexo, no último parágrafo, duas vezes? i.e. fez com que a importância do sexo suplantasse a da análise sociológica, crítica de costumes, actualidade, ironia, minúcia, musicalidade, no seu ponto de vista. Mais, se reparar coloca o sexo no início e no fim do conteúdo. O início e o fim. Nada é por acaso. O subconsciente é uma coisa terrível. Entre o início e o fim está a vida. O que é mais importante? O início e o fim, ou o meio?

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    2. :D

      A minha cara amiga, sempre atenta e circunspecta, pronta a dissecar este pobre cérebro. Dou por mim assustado, imaginado-a debruçada sobre o meu crânio aberto, bisturi na mão, delicado sorriso nos lábios. Brrrrr, até onomatopeio se assim me permite.

      Trata-se efectivamente de um acto falhado. Onde se lê 'sexo, acutilante análise...' pretendia eu 'sexo acutilante, análise...'. Como é débil a minha concentração. Em consequência não me teria repetido, ficando sexo acutilante e sexo variado. Reformulando, sexo acutilante e variado.

      E no entanto a minha cara amiga tem razão (novamente, torna-se um hábito). Para o homem o mais importante é sem dúvida a antecipação, no início, do regozijo, no final. É necessária uma mente menos espartilhada pela luxúria, com a sensibilidade apenas concedida à mulher, para apreciar o meio. Penso eu...
      A minha amiga obriga-me a um extenuante esforço argumentativo. Um destes dias, como acção punitiva, encontrando-a distraída, ainda lhe roubo um beijo.
      Talvez o nosso amigo 'zorro' estivesse mais correcto que o que me é confortável admitir. As minhas desculpas pela prosa macarrónica, igualmente vítima das circunstâncias.
      :D
      anonimo

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    3. zorro, o clarificador28.9.13

      Vosso amigo; disse e muito bem!
      Correcto estou seguramente. Canta cá uma experiência de vida que nem queira imaginar.
      Mas, e faça-me o favor de acreditar, toda a minha correcção vai sempre no sentido da felicidade do mundo.

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    4. O nosso amigo, zorro, o camaleão, é um romântico. Percebi a parte de que o beijo seria um castigo, querido anonimo. Entendo que tal como Pessoa, se queira mater casto. Acredito, sinceramente, que o seja. As mundanidades, as paixões incluídas, desviam-nos o pensamento e tornam as pessoas umas tontas e isso é coisa que o meu querido anonimo não é. Eu sou uma cabeça tonta que nem sei conjugar um verbo sem googlar primeiro. O zorro, o camaleão só tem meia razão: os extremos, tal como diz a velha máxima, atraem-se mas... não se misturam. A mim resta-me a esperança de continuar a aprender com a sapiência daqueles a quem a reconheço e o meu anonimo dos textos longos, meu de estimação, tem muita gramática para me ensinar.
      Despeço-me, com votos de uma vida feliz para todos (e o fim da fome no mundo), e um beijo virtual desta vossa pupila, Palavras

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    5. Beijo virtual cara amiga Palavras. Concede-me mérito que não mereço. Junto palavras, nada mais, tantas vezes sem propósito definido. E sou auxiliado por este maldito 'teclado' da lousa digital, que completa grande parte das palavras por mim (e por ele, o malandro)...

      Derramei-me para esta esplanada do amigo Salgado por osmose a partir do blog de uma caríssima amiga, na sequência de uma pequena dissensão bloguística e em busca de um genial anónimo que construiu um simulacro narrativo fascinante.

      Faltando-me iniciativa para retomar o meu velho projecto, com demasiados textos em mero esqueleto, várias vezes destruído e reedificado, e há muito hibernado, aguardando disponibilidade que já não tenho, auxilio na oposição a boas almas que têm a amabilidade de me tolerar.

      Pronto, verti-me, quiçá por falta de medicação... ;)
      anonimo

      ps (para o caro amigo 'zorro') não seja modesto meu caro amigo. além de clarificador o meu amigo é acima de tudo um inveterado e romântico casamenteiro.

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    6. ... e cesso a minha actividade enquanto anonimo (como se a diferença fosse significativa...) e trilobito (essa praga, o 5.º cavaleiro, o chato).
      obrigados

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    7. Cada vez mais encantada. Um ser inteligente e lavadinho. Vai trocar de roupa... Espero que não me apareça de fato e gravata. Sou uma informal. De qualquer modo reparei que nesta nota já havia aparado aquele cabelo que lhe conferia um "a" ao "o" e colocou uma pena no chapéu. Ide então, ilustre. Ide mas voltai.

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    8. deliciosas analogias minha cara Palavras, dignas de uma exuberante flor.

      interrogo-me. que pensamentos contemplará o nosso anfitrião, qual silencioso demiurgo, olhar posto no horizonte? que destino para este nosso melífluo flirt, mantido apenas na fragilidade deste tempo e espaço? será digno da sua atenção? será trágica ou compassiva a sua acção? ;)

      ex machina amigo Salgado! ex machina!
      acordai desse lânguido abraço de hipnos ou de morfeu! vamos alegremente a caminho da centena e o meu amigo ainda nem sequer se pronunciou acerca dessas suas leituras. falta-nos o seu ímpeto! cerceie esta nossa nefasta curiosidade. já decidiu? pelo livro, pela série, por ambos, por nenhum, pelo Valter, pela abstenção?

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    9. Querido heterónimo (um dos muitos) de sei lá quem - mas seja quem for é de se lhe tirar o chapéu. Quiçá, só à laia de especulação, até do próprio Tio Pipoco. Nada de impossível.
      Apenas porque decidi escrever sempre menos que o ilustríssimo não fiz menção a tudo o que observei, mas não pense que deixei passar em claro o facto de saber das minhas ondas do mar, ou até que eu sou uma flor. Só não sabe que é verdade e que é mesmo tudo meu. Uma pura. Sou a pureza personificada. Precisa mesmo que D. Pipoco desça do rochedo e resolva a trama desta novela? Chama doce a este nosso flirt. Que raio... flirt?! Sou um ser de paixões avassaladoras. Um flirt é uma coisa desprovida de significado, que não me tira o sono, nem a fome. Que não me faz sequer sentir viva. Por ora estou de caso com a paixão de o ler. Isso basta-me! Ando de tal modo feliz que até o meu Facebook já se queixou que estou diferente, que não lhe ligo nenhuma. Sabe como é... Decerto já experienciou aquele sentimento terrível que é o ciúme.
      P.S. Tio Pipoco, permita-me sugerir-lhe um livro, quanto a mim de fácil leitura mas engraçado e interessante: "Maníacos de Qualidade". E concordo, está na hora de sacar da sua espada (é um Deus ex-machina com espada) e decapite-me. De seguida faça aparecer um cavalo branco que transportará o heterónimo-de-sei-lá-quem mundo fora em busca de uma alma géNia.
      Agradeço a oportunidade destes belíssimos momentos. Valeu mesmo!

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    10. Ah, minha doce Palavras,
      O flirt possui aquela terna intemporalidade da memória, a captura da emoção, do afecto, num momento, belo, inesquecível. Que cabe na palma de uma mão e aquece o centro de um grande coração.
      Não chega a ser distraído pelo excesso da presença física, pela urgência da abrupta consumacão. Estamos na planície quase transcendente do mais puro lirismo, que vincula esta inextinguível antecipação, a cada recordação, que o próprio momento se materialize dos meandros das nossas memorias e emoções, sempre ligeiramente diferente, a própria imperfeição da memória contribuindo para lapidar mais brilho naquilo que é já indestrutível.

      É a intemporalidade da perfeição. Espaço e tempo poderosamente amalgamados na suave carícia suspirada, na timidez apaixonada do primeiro beijo, no zelo do segundo e de todos os outros que o seguem, cada um diferente, cada um uma memorável pérola única, frágil mas incomensuravelmente bela, adorada e nunca esquecida.

      Tudo sem aquela terrível pressa desta nova geração para se deslocar exasperadamente em círculos julgando ter avançado com a passagem do tempo. Avançam pois claro, para o fim da linha e nem dão por ela, tal a sua distracção. Perguntemos a um dolescente se aprecia flirtar e certamente retorquira << bué vôvô, sex'oral é que tá dar, seguido de uma algaraviada incompreensível, meio gesticulada meio expelida pela respiração >>.
      O flirt minha amiga é uma preciosidade nesta era tão apressada e instrumentalizada.
      ...
      A minha querida amiga nem mencione tal blasfémia! D. Pipoco apontando a sua longa espada ao seu alvo pescoço desnudo com o frémito de tal intenção? Oh, Céus! Ainda que, pelas artes negras da perfidia fosse possível tal vil assalto ao nobre carácter do Dom Pipoco, a minha querida amiga teria ainda este seu valente escudeiro oferecendo o peito à espada, qual apaixonado aguardando a seta de cupido, e despedindo-me da vida com esta terna memória.

      Um mui glorioso e casto beijo à minha Bela Dama,
      com a sua complacência por este pobre sob efeito de aguardente velha e sedativos para aguentar o resto do dia de hoje de autárquicas. O que eu não daria por uma longa espada...

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  5. Marta27.9.13

    Goso da série, no 1º episódio estava renitente porque não gosto de "fantochada", mas a série está boa. Já os livros não me interessam.

    Valter Hugo Mãe também não.

    O quarteto de Alexandria é maravilhoso, os Sebastopol Sketches (Tolstoi) idem, uns 3 "desconhecidos" (my childhood, my apprenticeshio, my universities) de Gorki são soberbos, enfim tanta literatura boa e Valter Hugo Mãe???
    Serei linchada, caso publique o meu comentário, mas é aminha opinião.

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    1. Anónimo27.9.13

      Ui, já li e são muito bons. Os mais antigos li porque estavam na biblioteca do meu pai. Edições inglesas muito antigas. O quarteto é realmente uma delicia.

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  6. Veja a série com apoio literário. Vai saber-lhe melhor...
    Isto SE gostar deste tipo de séries, claro)

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    1. Eu sou aquilo que se chama uma papa-séries e depois do episódio piloto, poucas me convencem ser merecedoras da minha continuada atenção. Tal como os livros: Começo um que me deixa "à banda" e não sossego enquanto não acabar... outros estão na prateleira do to be continued, a aguardar melhores dias... excepto "Top of the Lake" só GOT não me deixou depauperada em expectativas.

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  7. Em caso de dúvida, escolho sempre Nicholas Nassim Taleb (talvez o Antifragile, ou o The Bed of Procrustes, caso não o tenha lido). Acompanha bem com qualquer casta. :)

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  8. Anónimo27.9.13

    Ai, Pipoco que dizer-lhe?

    "Ernestina", Musil, Tanizaki, Turguenev, Vian. Acha mesmo que com tão pouco tempo deve desperdiçá-lo a ler livros que estavam a ser vendidos a 1 euro com jornais? Fique pela série e não diga mais nada.

    Não sabia que lia autores menores... VHM???

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  9. O Valter não, pipoco, o Valter não...

    http://malomil.blogspot.pt/2013/09/sexo-sinistro-vs-sexo-lavavel.html

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    1. Anónimo27.9.13

      Ah, grande São João! Nunca desiludes

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    2. Anónimo28.9.13

      São João, se entrássemos por aí, aposto consigo que reduziríamos o leque de autores a um pequeno número e que certamente não se leria Saramago. O valter é um excelente autor, que diz algumas tontices como muitos outros. Se conseguirmos separar os Homens dos escritores, não raras vezes temos surpresas muito agradáveis.
      sc

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    3. O que li dele não era melhor que as tontices que ele diz.

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  10. É por demais evidente que esta pessoa não é o meu Tio...

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  11. Definitivamente vê a série e lê o livro do Valter.

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    1. Anónimo27.9.13

      Jasus! Série sim, Valter não!!!!

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  12. Eu vi as séries primeiro,e aguardo ansiosamente a nova temporada que deve estrear em Março/Abril de 2014. Estou a ler os livros, vou no 5º,Tormenta de Espadas, faltam outros tantos.... e estou a adorar, se a série já era boa, os livros então nem se fala. Muito bom mesmo.

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  13. Anónimo27.9.13

    Sininho, será q só nós pensamos isso?
    Maria dos Remédios

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    1. Parece que a Vera, a loira, também está connosco. São muitos anos a ver estalar pipocas... E estas, claramente, não são salgadas.

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  14. Só a série, a leitura fica melhor servida com outras coisas. Que não o VHM.

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  15. Anónimo27.9.13

    Pipoco, leia os livros primeiro porque aquilo é um emaranhado de personagens muito complexo e os livros ajudam a contextualizar a séries. Por outro lado, ler os livros primeiro tem como desvantagem o facto de a série não acrescentar nada de novo, o que se pode tornar aborrecido, apesar desta ser excelente.
    Mari.

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  16. Deixe lá isso do Valter. Até eu que agora não vejo televisão sei que a série é muito boa.

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  17. Estranho mundo este o seu, onde em não colocando dois pontos e meio parêntesis no final de um comentário (ou post) não há quem reconheça uma ironia...

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    1. por favor não leve a mal. foi ironia sobre ironia, sem malícia.


      o meu caro Ruben deveria explicar o propósito da leitura. de outro modo ficamos perdidos, do kamasutra a wittgenstein (a propósito, excelente para embalar as crianças). mailer, mieville, pedro paixão, ziegler, i ching, opera ou lá como se chama a sra? as suras de um qualquer apócrifo evangelho? gibbon, milton, saramago? que desespero!!!
      esclareça-nos, liberte-nos desta angústia!

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  18. os meus desejos estão a ser ouvidos. já falaste de livros. amanhã virão as aguardentes.

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  19. Quando leio o livro antes de ver o filme já sei que não vou gostar do filme! A explicação: O filme que fazemos quando lemos é sempre melhor que aquele que vemos depois realizado por outros.

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    1. E-X-A-C-T-A-M-E-N-T-E !

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    2. Vinha discordar. Mas entretanto ganhei juízo. ;)

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  20. Ruben Patrick, querido, onde meteste o tio Pipoco?

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  21. Anónimo27.9.13

    Guerra dos Tronos -a Série é o que está em causa.Vem em primeiro lugar. Os livros logo se vê. Valter, nunca.(aqui no seu espaço somos mesmo um clube de fãs !!!!!!).

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  22. É muito engraçado... sempre que o Tio Pipoco pede a opinião do blogomundo, há uma mobilização geral... É quase como no dia de recolha do Banco Alimentar... em que todos queremos contribuir com um pacote de arroz. :)

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    1. Claro, claro! Não sei onde estava com a cabeça! :D

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    2. OCorvo28.9.13

      É isso e uma certa senhora falar sobre indumentária feminina amarela no seu blog.

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  23. Resumo da Guerra dos Tronos: "Morrem todos. Fim." Dizem...

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  24. Ora bolas, connosco vai ser a mesma história.
    ;)

    ps já lacrimejo da vista direita de tantas piscadelas de olho...

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  25. aposto que este foi um daqueles que previste que ia ter muitos comentários...

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  26. Anónimo29.9.13

    E já agora...Guerra dos Tronos, série, série, Guerra dos Tronos....serviu para alguma coisa de valor ?

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    1. Epá, estamos aqui na iminência e eminência de um casamento patrocinado pelo zorro e tu tens a audácia de questionar o valor deste post!

      Palavras, este está fora da lista de convidados!

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    2. Está fora da lista de convidados mas receberá um cartão a participar a união o que fará com que se sinta na obrigação de enviar o presente. Sapatos. A lista será afixada em todas as lojas da especialidade... em bom, claro!

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  27. Caro amigo, esta introversão tardia permitiu-me vislumbrar uma solução para o seu dilema livro-serie. Compre a série meu amigo, repleta de mulheres bonitas desnudas em alegre actividade sexual. O livro será tanto mais batido quanto menor for a capacidade de imaginar o minucioso pormenor. E em vez de 1 ano a ler o livro passa um sábado a ver o filme. São muitas cenas, assim bem juntinhas...Pena ter despachado as meias...

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  28. Obviamente recomendo a Desumanização. E oferecer um exemplar a cada amigo. E vir ao Porto de Encontro.

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  29. o último do Valter Hugo Mãe.

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  30. Quando o tio Pipoco não souber o que ler, leia "The Life and Opinions of Tristram Shandy, Gentleman" de Laurence Sterne.

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  31. Ler os livros primeiro, ver a série depois. Esquecer o valter hugo mãe, que é chão que já deu uvas.

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  32. A pior experiência literária da minha vida, tirando O Memorial do Convento, que se revelou impossível de terminar, foi com um livro de VHM. E fui muitissimo enganada. Conheci o escritor numa palestra, tivemos dois minutos de conversa e eu pensei "este tipo é uma maravilha, tenho de comprar um dos livros dele". Pf, nunca sigam o meu raciocínio.

    Quanto à série, adorei a primeira temporada. Quando cheguei à segunda fiquei-me pelo terceiro episódio. Do livros sou ouço dizerem que são bons mas que mesmo assim não iguala à série.

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