15 fevereiro 2019

Sobrevivendo

Ao terceiro dia de Índia, identificado o sítio que serve um café expresso bastante razoável e habituado o corpo às agruras do ioga e o estômago à ideia de nem sempre ser possível Don Avilez nos salvar, a coisa começa a fluir, o sânscrito, essa língua mágica que não nomeia objectos mas características, de repente faz sentido, e até os mantras, desde que me explicaram que podem ser comparados a fórmulas que tudo sistematizam, merecem a minha simpatia.

Em calhando, sou capaz de gostar da coisa.

5 comentários:

  1. eu gostaria da coisa :)

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  2. Dizem-lhe que os mantras podem ser equiparados a fórmulas?!!

    ...

    (São tramados... Sempre um passo à frente...)

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  3. Cláudia Filipa15.2.19

    Não sabia, ou não me lembrava, que o sânscrito não nomeava objectos mas características e não sabia que os mantras podem ser comparados a fórmulas que tudo sistematizam.
    Tenho esta ideia, tenho mesmo, mesmo, de que o autor deste blogue sabe tirar o melhor partido de todas as experiências que vive, e, quando faz o balanço, mesmo chegando à inevitável conclusão de que terá gostado mais, ou muito mais, de umas do que de outras, gostará mesmo muito é dessa coisa de tê-las vivido. Aqui há um tempo, a propósito de um post, comentei que gostava de saber qual era o seu livro preferido de García Márquez, às vezes sou muito desatenta, acho que já sei qual é...

    E, agora, peço que me desculpe por ir aproveitar a sua caixa de comentários para o que vou dizer a seguir, mas, está ali a Ana e está a apetecer-me dizer isto, há pouco tempo, fui espreitar o que a Ana escreve e, acabei a demorar-me e a maravilhar-me, é mesmo o termo, é maravilhoso como algumas pessoas conseguem diluir tão bem sentimentos em palavras. Isto, é o que as redes também fazem por nós, o lado luminoso das redes, tropeçarmos em tanta coisa boa, em tanto talento que não conheceríamos se não fossem elas, lá está, a humanidade em todo o seu esplendor.

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  4. Anónimo15.2.19

    Primeiramente estranhou-se...

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