06 outubro 2018

Sobre aquilo do CRSete

Não teria sido muito mais eficaz que o tal “Não!” tivesse sido dito no bar, quando o rapazola a convidou para darem um pulinho lá acima ao quarto, poupando-se assim uma quantidade de maçadas para toda a gente?

(teria sido a minha a opção, mas, que sei eu?, a mim ninguém me convida para essas situações...)

37 comentários:

  1. Diz que, pelo menos disse um Acórdão do TR Évora há uns anos, que tem a ver com a roupa usada. O Pipoco não anda a usar Minissaia.

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  2. ladykina6.10.18

    ?!

    ????!!!!!

    isto só pode ser uma provocação, certo?
    E eu até, por mais que pudesse encantar-me a situação, no momento em que tivesse plena consciência de que o Pipoco tem de facto enraízado semelhante atitude, seria rotundo o NÃO em resposta à sua pergunta. Só não acrescentaria qualquer argumento que não carece.

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    1. É uma espécie de tentativa de ver os lados todos da questão. Seria mais politicamente correcto dizer outra coisa qualquer mas agora apetece-me mais perguntar. Por exemplo, se um jogador da bola, depois de mas danças sensuais no bar e uns segredinhos ao ouvido a convidasse a subir ao quarto, pensaria que: a) era para lhe mostrar a coleção de selos b) era para a desafiar para um joguinho de xadrez c) era para uma gloriosa noite de sexo.

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    2. ladykina6.10.18

      Caríssimo, quando disse que não acrescentaria, neste caso, argumentos, queria dizer isso exactamente: o meu amigo até pode ser parvo mas não é burro.
      E agora, acaso me não force a ficar, viro costas, peida incluída - Fui.

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    3. Anónimo6.10.18

      Pipoco pensaria C, pois claro. E a americana pensou o mesmo, ora! Mas passados 9 anos quer jogar xadrez. Tss,tss, tss...

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    4. Anónimo7.10.18

      Um relacionamento inclui obrigatoriamente sexo anal?

      Ela poderia pensar q ia para o jacuzi, dar uns beijos, uns amassos, uns apalpoes.
      Ela poderia pensar q ia receber sexo oral
      Ela poderia pensar q ia ter sexo vaginal

      Faço a pergunta de outra forma: se o Pipoco for engatado por uma moça num bar, subir c ela p o quarto a pensar em ter sexo glorioso e ela sacar de um strap-on da carteira para o penetrar, ou seja , ter sexo anal em q o homem é passovo, entao o Pipoco tb é obrigado a aceitar porque pos-se a jeito qd subiu c ela p o quarto? Ou essa obrigacao so se coloca p as mulheres?

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    5. Anónimo7.10.18

      Não leu o artigo. Ela não queria nada, foi tudo forçado, até o beijo foi implorado. Dá para acreditar? Só naquele reino da parvoíce.

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    6. Anónimo9.10.18

      Ia responder, mas dois anónimos acima já respondeu. Um sim a alguma coisa não significa sim a tudo

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  3. Anónimo6.10.18

    Mas então porquê?... Quando uma mulher lhe diz "sim" num bar costuma assumir que esse "sim" é automaticamente válido para todas as propostas subsequentes? É que este pressuposto pode, realmente, trazer algumas maçadas...

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  4. E agora digo eu, sei lá - antiquada, puritana, ou qualquer outra coisa que de momento não me ocorre mas que estejam à vontade para pensar:
    e se o Sr. Cristiano Ronaldo, já na altura com idade para pensar no que fazia, não sendo de todo (acho eu) ingénuo e já com vários anos de vida em ambientes de futebois e assim, sabedor (quero crer) que está numa posição de destaque, que lhe dá muitas regalias mas igualmente o deixa sujeito a dissabores vários - simplesmente, não se "pusesse a jeito", convidando para o seu quarto (ainda que a intenção fosse só o tal joguinho de xadrez, vá!) uma senhora desconhecida que encontrou num bar? E assim, a esta hora, não haveria ninguém a poder acusá-lo de violação... Pronto, esta é só a minha ideia, que ainda acredito que um cavalheiro sério deveria (indo mais ou menos buscar a ideia a Eça de Queiroz, em "O Primo Bazílio" ) procurar uma rapariga honesta e séria tb (das que não vão "jogar xadrez" com famosos jogadores de futebol)casar com ela respeitá-la para o resto da vida - evitando assim de todo ver-se metido em alhadas destas...

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  5. Anónimo6.10.18

    Ainda estou a tentar perceber se o pipoco pensa mesmo isso ou é so um post propositadamente estupido p gerar comentarios

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    1. Ora, é só para estarmos aqui a conviver. E, de passagem, ver o que sucede.

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  6. Isto é que vai aqui uma açorda!!!!!

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  7. Anónimo6.10.18

    O que ninguém fala é de como foi consumada a violação. Diz ela que tapou o pipi com a mão. O que é mais difícil? Afastar a mão ou desbravar um esfíncter? Que trabalheira.

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  8. Fiquei triste.

    A CMTV, tendo-se deslocado ao Quarto, perdeu a excelente oportunidade de fazer a prodigiosa reconstituição dos alegados factos, com o Frota (é só uma ideia), um touro tatuado no peito, e uma moça catita qualquer dos pornos, no próprio local em estilo gonzo.


    E não há maneira de parar de falar do sujeito.
    Ora porque é a porra de O melhor do Multiverso, nem que seja só para o próprio, naqueles acessos que narcisismo patológico que assolam o homem todo o dia todos os dias,
    ora porque tem uma montanha russa invertida por vida afectiva,
    ora porque fez uma assistência para um golo de um colega.


    Está tudo perdido...
    Depois de ver aquela despedida ao camião de transporte do FCP é fácil compreender que a humanidade está sob influência de gás hilariante de origem alienígena.
    ... ou do Salvador Sobral.


    A propósito, se a Mulher diz *não* é porque é NÃO!, nem que estejam a fazer o pino ou seja uma acompanhante paga. Idem para o Homem, embora situação mais invulgar. Mas, por exemplo, imaginemos um dildo...
    Não, não, Céus!, imaginemos outra coisa...
    Imaginemos um sujeito que diz à juíza *sabe quem eu sou? Eu sou o CR@!*, que cria inocentemente uma cascata de empresas em paraísos fiscais, que compra super crianças, que numa cerimónia da seleçãozinha fala só dele próprio (não, não estou a falar da última *lição* do professor Marcelo), enfim, começamos a ver um padrão...


    ... pronto, pronto, inspira profundamente, aguenta, aguenta, exala suavemente o fumo da erva...

    consegui, finalmente, apaziguar a voz negra que grita aos ouvidos desta pobre mente desgastada pela falta de sexo do bom.
    Boas noites.

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    1. ladykina7.10.18

      Ah, Fadista!

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    2. Meu caro Onónimo, o facto de um "não" ser um "não" nem se discute, é um princípio inegociável e tão clarinho como água que até eu entendo. Este post trata do timing do "não", tivesse eles sido dito uns andares abaixo e poupavam-se maçadas para toda a gente. CRSete poupava uns milhares e a moça poupava-se a uns achaques do foro psicológico.

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    3. ladykina7.10.18

      Minh'alma pasma-se...
      Afinal isso de nunca ter sido convidado para situações deve ser mesmo verdade e, pior, está a causar-lhe achaques do foro psicológico...

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    4. E pronto, voltamos ao meu ponto de vista: já que, ao que parece, foi a moçoila quem se insinuou ao famoso jogador, que tal se o dito tivesse dito qualquer coisinha do género: "pois, minha senhora, sinto-me lisonjeado, de facto a senhora até é muito gira, mas olhe, não (o tal "NÃO") muito obrigado" ? citando-o a si, sr. Mais Salgado, "poupavam-se maçadas para toda a gente. CRSete poupava uns milhares e a moça poupava-se a uns achaques do foro psicológico." Então não seria ???
      (Eu este fim de semana até estou com pouco que fazer e apetece-me estar para aqui a defender um ponto de vista que ao que parece nem sequer foi considerado)

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    5. Existe uma não desprezável coerência na narrativa.

      Animadora de discotecas (será fácil verificar se era um pouco mais que isso), aspirante a modelo (algo melhor para uma audiência - que na generalidade é, infelizmente, essencialmente estúpida -, que umas fotos com o CR7?); sobe ao quarto onde sabe que estará mais gente; o facto de subir ao quarto naquela companhia será, espera, noticiado.

      Nestas circunstâncias, é plausível que a rapariga não estivesse exactamente à espera de sexo, ou de sodomia em WC, cujas consequências também poderão ser facilmente averiguadas (lesões, alegada depressão, et al).

      Pode ser tudo uma efabulação, obviamente, mas a estória, nestes termos, está longe de ser ridícula e facilmente desprezável.

      Ronaldo, em contrapartida, não é pessoa que crie grandes simpatias com aquele seu narcisismo patológico.

      Isto para argumentar que: não, não me parece descabido que não tenha dito logo que não estava interessada.
      Até porque uma abertura sexual não significa uma autorização discricionária para fazer qualquer coisa.
      Qualquer interveniente pode sempre dizer não, isso não faço.
      Raios, há muita coisa que não faço, que considero indigno para a minha melhor metade e para a compreensão que temos um do outro.

      Imaginemos então que a pergunta no bar tivesse sido:
      queres subir para seres sodomizada no WC enquanto a farra continua na penthouse?

      Concordo, teria sido melhor dizer logo que não.

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  9. Quem diria que o Pipoco e as Capazes haviam de se entender e partilhar da mesma opinião...

    Ainda bem que as negas lhe chegam antes do primeiro Martini. Deixou-nos a imagem triste de que se um dia lhe aceitam o convite mas a coisa não flui ou a senhora se arrepende a meio e lhe diz NÃO o Pipoco vai pôr-se com filosofias de que 'não seria melhor ter-me dito que não no bar?'...

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    1. Espere só até chegar ao capítulo “doeu um pedacinho mas nada que não se resolva com uma indemnização simbólica “

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    2. Fiquei-me pela filosofia não imaginei que houvessem cenas dos próximos capítulos.

      (Aquilo ali em cima não lhe correu muito bem, o facto de dizer que o texto deixa essa imagem não significa que o esteja a acusar do que quer que seja. Parece-me ter elevação intelectual, moral, respeito {omo queira chamar} suficiente para respeitar um não chegue ele quando chegar o perigo de afirmar este tipo de perspectiva é que parece descular os que não o fazem.

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    3. Tenho que confessar, Sr. Salgado, que, com esta, me fez dar uma gargalhada...

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  10. Cláudia Filipa8.10.18

    Quanto "àquilo do CRSete", espero que o Tribunal tenha todos os elementos para poder decidir bem, é que, a ter em conta apenas as notícias, fica bem difícil perceber se estamos de facto perante mais uma vítima desse tipo de crime verdadeiramente abjecto, para mim, o pior de todos, que é a violação, ou alguém devidamente instruída para, aproveitando a maré favorável, apanhar "o mesmo pato". É que a pulhice também não distingue géneros.

    Portanto, sem ter nada que ver com a história do CRSete, pensei nesta pequena história, que acredito mesmo ser possível, e que pretende ser o contributo de uma zona cinzenta nesse preto no branco do timing do seu "Não!":

    A Ermelinda sonhava com os artistas e com passadeiras vermelhas, a mãe limpava a porcaria dos outros para conseguir pôr comida na mesa e havia esquecido que era mulher há muito tempo. Tinham o seu pedaço de sonho quando viam juntas a novela, na novela, até havia uma rapariga com uma mãe que lavava escadas e um dia apareceu um príncipe, que vinha lá dos sítios onde só existem príncipes, apaixonaram-se e foram felizes para sempre, e a mãe da rapariga nunca mais teve de lavar a porcaria dos outros para sobreviver.
    Uma vez, a Ermelinda aceitou o convite de uma amiga para irem a uma festa, preparou-se para um pouco de sonho e pôs-se bonita, e não é que estava lá um desses príncipes que aparecem nas revistas que a mãe levava para casa quando as senhoras as punham para o lixo, e ele sorria para ela, e quis dançar com ela, e não dizia aquelas coisas obscenas que os rapazes lá da rua diziam, dizia coisas bonitas, e depois convidou-a para um lugar mais reservado, para estarem só os dois, era um príncipe e queria estar com ela! tal qual a novela! Era um príncipe, os príncipes são sempre príncipes, não é?
    Afinal...afinal...
    Alguém lhe disse que aceitasse o dinheiro, ela até tinha ido para o quarto de um homem que tinha acabado de conhecer, mas que raio de mulher vai para o quarto de um homem que acabou de conhecer? deveria ter dito que não, que não, o certo era ter dito que não...e era muito dinheiro, e ela...ela não tinha conhecido nenhum príncipe...mas pelo menos... e a mãe...pelo menos essa parte seria quase igual à novela...

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    1. Anónimo8.10.18

      Balelas, quem nasceu e foi criada em Las Vegas sonha é com patos prontos a depenar, a Disney fica num outro estado.

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  11. Anónimo8.10.18

    o CRsete, a meu ver, foi ingénuo. E essa ingenuidade ainda o vai desgraçar.
    a verdadeira anónima

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  12. Je suis moi9.10.18

    Aqui só há uma verdade.
    Onde está o dinheiro está a mulher.
    O resto são tretas femininas e feministas porque quer umas ou outras sabem isso de ginjeira.
    E o caro onónimo quiescente se não sabe isso pouco conhece de mulheres.

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    1. Ahahahahahah,
      não foram tão indulgentes com o Strauss-Khan.

      Imagino que, nessa perspetiva, talvez seja um raro afortunado. Talvez tenha casado com um gajo e ainda não tenha reparado. Afinal a minha mulher ganha mais que eu. Deve ser mesmo um gajo.

      Ahahahahahahah, logo à noite vou avisá-la(o) que tem andado enganada(o).

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    2. Je suis moi9.10.18

      Ela ganha mais?! Oh Diabo! isso é que é uma violação aos direitos do homem!
      Em todo o caso quer agora quer antes, relativize: ou melhor, nem ligue.
      Apoiar o Ronaldo foi mais um movimento solidário aos sportinguistas, que esses sim! depois da violação algarvia ao Leão, arrastam pelas ruas da amargura uma inenarrável depressão.
      E sabe-se como é: apoiar o Ronaldo é dar-lhes vida. :)
      Aquele abraço.

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    3. Ahahahahahah
      acabamos temática tão importante à causa pública num momento de intenso lirismo!
      Abraço!

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  13. Anónimo9.10.18

    Por lá toda a gente sabe que ,em casos destes, difíceis de provar, não há julgamentos em tribunal mas apenas acordos monetários. Posto isto, mais palavras para quê?

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    1. Je suis moi9.10.18

      Ora aí está. Só dinheiro!
      Dez anos depois é que deu conta de que, afinal, coitadinha dela estava muito traumatizada.
      Dá-lhe o milhão, ou dois e livra-te do emplastro.

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  14. Cláudia Filipa9.10.18

    Ex.mo Senhor Doutor Engenheiro Pipoco Mais Salgado,

    Para desanuviar de problemáticas com algum grau de complexidade, que só eu poderei resolver e assim, acabo de passar pelo seu blogue com o intuito de desanuviar. É então, que deparo com uma situação de enervamento colectivo. Como se não bastasse, acresce, por exemplo, o facto de alguém reduzir a balelas um comentário que me saiu das entranhas com tanto carinho, e, outro alguém, que diz ser ele e mais nenhum, reduzir todas as mulheres a interesseiras da pior espécie.
    Resultado, saio daqui deveras traumatizada. Posto isto, esta interesseirona, ai, esta leitora, vem requerer uma indemnização choruda:

    Um post daqueles extremamente fofinhos! Mas mesmo extremamente fofinho!

    Dando-se o caso de Vexa estar demasiado ocupado ou num momento demasiado rebelde para posts fofinhos, fica a indemnização para ser efectivada "a seu tempo".
    Sem outro assunto de momento, despeço-me com elevada estima e consideração, desejando-lhe o resto de um bom dia.

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