01 julho 2018

Teremos sempre memória

Às vezes, quase sempre, o universo encarrega-se de nos mostrar que não será coisa má congratularmo-nos com a realidade que temos, que aquilo que nos parece atroz, insuportável, afinal pode sempre piorar, fazer-nos ter uma saudade imensa dos tempos passados, que no fim de contas não seriam assim tão miseráveis.

Depois de Bruno e Jesus temos Cintra e Peseiro.

6 comentários:

  1. Vamos lá acreditar, ter esperança, esperar melhores dias. Então que é isso? Não desanime. Depois de se bater no fundo do poço só podemos vir à tona. Ou lá ficar... :)

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  2. Não deixa de ter piada esta deambulação que vocês, sportinguistas, fazem entre o "porra, que já nos safámos" e o "irra, que já estamos metidos na merda outra vez". É a atracção pela vertigem do abismo a falar sempre mais alto, não é? =P

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    1. Nem por isso. Trata-se apenas de futebol. Um jogo.

      Há que relativizar, meu caro.

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  3. É a chamada "revenge of the 90s".

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  4. O meu caro ainda não chegou àquela fase em que consideramos que o futebol português acaba por ser triste de tão hilariante que é?

    Não sente necessidade de um desporto, e há tantos, em que aplaudimos o desempenho dos atletas, independentemente de nacionalidade ou clube?

    Há mais honestidade no wrestling norte americano.
    Ninguém lá vai ao engano.

    De qualquer modo, Bruno foi sempre o fundo do poço, logo desde aquela alegoria inicial da nádegas. Não há nada abaixo, embora Vieira e Costa estejam bastante próximos.
    Seriam as lentes verdes a impedir-vos sempre de ver o macaco no homem, the ape in the machine, diria Láurio Dérmio. E Koestler.

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  5. Acabem com esse clube...e depois com todos eles! Fiquem apenas uns pequeninos de bairro, onde os escândalos financeiros sejam tão pequenos como a sua dimensão:)
    ~CC~

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