15 março 2017

Pipoco pergunta

A partir de que ponto da nossa vida se volta a precisar de Deus?

36 comentários:

  1. Quando nos faltam os pais (e a ciência, logo a seguir aos cientistas os pais são os grandes fazedores de impossíveis).

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  2. Quando Jesus (e b.c.) não chega?

    (nonsense. piada de mau gosto. heresia. Desculpe)

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    1. Lady Kina15.3.17

      ahahahahahahahahahahahah

      (caramba, estive aqui que tempos sem perceber que raio de piada era esta, mas acho que já entendi! LOL)


      quanto à pergunta no post:
      - ãh?

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    2. Como assim Lady Kina!?...isto era um enigma para decifrar!...para ler nas entrelinhas...que eu quando digo uma coisa a coisa não quer dizer essa coisa.

      [caramba, levou assim tanto tempo!? não acredito. :)]

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  3. Quando nos adoece um filho.

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  4. Nessa pergunta está implícita que alguma vez precisou.
    Se deixou de precisar, lembre-se daquilo que o fez precisar, quando precisou...

    (há pessoas que só se lembram de Santa Bárbara quando faz trovões)

    PS- Se estiver a precisar da ajuda Divina, eu posso rezar um Padre-Nosso. Mas tenho de saber para o que estou a pedir.

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    1. * implícito.

      ( esbarrou a potente viatura de marca alemã, quando olhava para o casal, ontem? )

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  5. Lady Kina15.3.17

    Ora bem, precisar nóis precisa sempre, por causa que nóis precisa de buscar sentido, mais e se nóis naum acredita? Tamo fodido, né?

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  6. Anónimo15.3.17

    Quando acontece algo que não sabemos explicar e que nos faz sentir impotentes.

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    1. Anónimo16.3.17

      Impotentes? Não sabem explicar?...ora bem, que tal uma pastilhinha azul em vez de andar a incomodar o Criador?

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  7. Eu ainda nunca, mas vejo muitos quanto estão enrascados irem logo à missa e afins, espécie de expiação ...

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  8. Anónimo15.3.17

    Quando chegamos ao ponto em que só o temos a ele?

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  9. Anónimo15.3.17

    Quando perdemos alguém verdadeiramente importante,
    Vw

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  10. Quando finalmente aceitamos que está tudo nas mãos Dele.

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  11. Cláudia Filipa15.3.17

    Quando era criança e adolescente falava muitas vezes "tu cá, tu lá" com Deus, dizia-lhe muitos disparates e depois ria-me. Também sempre lhe disse que se lhe desse para aparecer, que não fosse a mim, a não ser que tivesse chegado a minha hora pois o susto iria resultar em morte certa (talvez tenha sido por isso que foi aparecer à Alexandra Solnado, pronto e agora é acreditar que Ele, existindo, achou graça a isto). Se Deus existir, há uma forte probabilidade de simpatizar comigo, houve alturas na minha vida em que tive a força que precisava e não sabia que tinha e quem sabe não existiu ali mãozinha divina. O "meu" Deus continua a ser uma espécie de gajo porreiro com quem se fala "tu cá, tu lá", que não pode interferir nas trapalhadas que nós arranjamos, que não vale estar sempre alguém a amparar-nos as quedas ou nunca evoluíamos, mas talvez dê aquela força extra que as pessoas precisam para aguentar os momentos na vida que são uma valente merda ou vidas inteiras que são uma valente merda.

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  12. Antes de perder a esperança.

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  13. Quando estou desesperado

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  14. Anónimo16.3.17

    O facto de o Homo Sapiens, na sua arrogância juvenil, achar que não precisa do Divino, não quer dizer que que não precise.
    Volta-se a ter a consciência do Divino quando se desce da arrogância.

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  15. Quando vem cá o Papa e temos um negócio em Fátima.

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  16. Anónimo16.3.17

    Quanto mais avançamos na idade mais precisamos de Deus... Sempre foi; sempre será assim!

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  17. ahhhhh, novamente o tédio do meu caro a alimentar uma discussão.

    que outro tema dá vontade de partir cabeças a tolos verberando "arrogância"? há pessoas que não querem crescer. pior, são capazes de conciliar uma educação maioritariamente científica com os macaquinhos que os Pais e Avós, que viveram uma época de trevas e têm todas as desculpas, lhes meteram na cabeça.

    cínico como sou, imagino-o a sorrir com esta baralhada de comentários.


    ...a propósito, Deus é o quê para si?
    um delírio, uma ideia, o Universo, o multiverso, o pentâmetro iâmbico, o Espírito Santo Salgado v2006 Build1.66.6, o Senhor de "muita idade" cofiando a sua farta e albina barba que pode tudo e se diverte com a nossa estupidez ou a nossa fragilidade (obrigado Deus! por sermos pouco mais inteligentes que símios, partirmos como porcelana, e nem sequer podermos voar), uma bela jovem que faz tudo bem num jantar-audição sem mencionar livros dignos de lareira, um computador quântico num outro universo - esse rapsberry pi de uma criança a brincar com berlindes cósmicos -, o próprio Homem num colhão (10^(10^3)) de anos após transcender espaço e tempo, um átomo de hidrogénio, um fermião e todos os fermiões - e os outros que agora não quero recordar -, a contribuição de Maxwell na equação de Maria Ampère, a porra de um "cristal temporal", o menino a chorar invisível no quadro da Paula Rego - que apenas Jesus sabe que lá está porque ouviu dizer -, um grão de areia em suspensão, um pobre pescador embalado feliz no som das ondas de um mar sem tubarões?

    um agnóstico apartidário, simpatizante do humanismo secular, que vê no futebol o pára-raios para o fanatismo do mundo ocidental e nos fantoches políticos a sitcom de final de tarde após o exercício físico mas antes do jantar, fica confuso com estas coisas.

    Abraço!

    (...porra de malvado patife, PMP...)

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    1. Lady Kina16.3.17

      Voto no colhão.

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    2. Anónimo16.3.17

      onónimo, fuma umas coisas, certo?

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    3. hmmm,raramente. mas há dias em que esqueço a medicação e fico mais entusiasmado.

      Lady Kina! um beijo sua fofinha!

      esqueci aquele outro Deus que se diz ter o mau gosto de oferecer virgens aos "mártires".

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    4. Cláudia Filipa17.3.17

      Onónimo, obviamente que não tenho qualquer intenção de mudar a sua maneira de ver as coisas, mas este seu comentário suscitou este meu e portanto cá vai ele:
      O que, para mim, torna esta questão ainda mais fascinante é precisamente isto: "são capazes de conciliar uma educação maioritariamente científica..." e agora altero o resto da sua frase e escrevo, com a improbabilidade estatística da existência de Deus. No que o onónimo vê tolice eu vejo mais um dos mistérios da dimensão humana que é só mais uma prova da sua enorme complexidade e que, a meu ver, só lhe acrescenta interesse. Retirando todas as atrocidades que a humanidade já fez em nome do Divino, mas como sabe a História demonstra-nos que sempre que a humanidade entende que deve andar à batatada nunca lhe falta pretexto, Deus apenas tem as costas largas e apesar de todo o mal que já fez e continua a fazer à humanidade a versão castigadora de Deus, que a tolhe, que a torna medrosa e a impede de crescer, e o onónimo agarra-se a esta versão como constatação da constante queda voluntária dos crentes para tal abismo das trevas :-) e, de facto, se só tivermos em conta esta vertente do conceito de Deus, realmente teria que concordar consigo e chegar à conclusão de que, afinal, Deus (ou o seu conceito) pouco diferia de determinados regimes políticos e de determinados líderes nada divinos com síndrome de Todo Poderoso, mas acontece, caro onónimo, que Deus tem pelo menos a grande vantagem, ou melhor, crer em Deus tem pelo menos a grande vantagem, basta ouvir as pessoas crentes, de ser um paliativo para o sofrimento e mais importante ainda do que isso, penso eu, conseguir dar às pessoas uma certa razão, justificação, para a sua dor, ou se preferir, dá algum sentido à dor, e arranjar um sentido para a dor ajuda a passar por ela, quase posso dizer-lhe que é cientifico que, acreditar em algo mais, apazigua estados de sofrimento durante os quais estamos sozinhos não importa quantas pessoas estão à nossa volta e o que me atrevo, ainda, a dizer-lhe é que tenho a certeza de que um crente passa muito melhor por isso que um não crente.
      Eu escolho acreditar (repare, onónimo, acreditar como uma escolha, isto é, deixa de ser, em muitos casos, apenas uma inevitabilidade com origem no medo do desconhecido) a única coisa que me aborrece é, se no dia do tira-teimas, afinal, não O conhecer, já não estar em condições de reclamar...:-)

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    5. Gostei imenso do argumento, cara Cláudia, e da forma como articulou.

      Mas, na minha perspectiva e experiência - mais que isso é impossível expor -, não é necessário um conceito abstracto para justificar a nossa existência, a nossa fragilidade ou a nossa dor. Porque Deus, mesmo para o crente, é inegavelmente um conceito abstracto.

      Pode acreditar que, enquanto crente que há muito abandonou a religião, lido agora muito melhor com a adversidade que aflige a nossa condição humana.

      Vejo no meu jovem eu a sombra da ilusão e constato dois momentos fulcrais e assustadores no desenvolvimento como indivíduo:
      1) a percepção que a magia não existe (o mito do Pai Natal);
      2) o reconhecimento de intelectualmente ter ultrapassado os meus queridos Pais, momento a partir do qual, ainda amedrontado, senti o imperativo de ser eu próprio a protegê-los e não o contrário.

      No entanto, se por Deus considerar a totalidade das coisas materiais e conceitos imateriais, num esforço de tangencialmente fugir à abstracção, nada tenho a apontar.

      Abraço!

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    6. Cláudia Filipa17.3.17

      Onónimo, antes de mais, obrigada pela sua resposta.
      Li no blog, "A voz à solta" da Susana Rodrigues, o último post com o título "O ovo e a galinha (ou a histerese de um amor, sei lá eu)". Nesse post, a Susana faz referência ao conto "O ovo e a galinha" de Clarice Lispector, e é aquilo, onónimo, é assim que penso devem ser entendidos conceitos como o de Deus e outros e o post, achei-o maravilhoso e, na minha opinião, já meio caminho andado para "não se perceber" o conto. Caso ainda não tenha lido e se quiser ler, vai ficar a perceber a minha ideia pelas letras de quem a soube transmitir de uma forma como eu nunca conseguiria.
      Abraço também para si.

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  18. Anónimo16.3.17

    Quando ele já não precisa de nós, tio.

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  19. Lady Kina17.3.17

    JÁ SEI! JÁ SEI!

    é

    quando deixamos de tomar banho todos os dias.

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    1. Vamos lá organizar isto, Kina. Como é, de que lado da barricada (ah pois, que isto é uma guerra comme il faut) estás? #teamumbanhopordiadásaúdeealegria ou #teambanhoquandomeapeteceeatuaopiniãonãeaquecenemarrefece?

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    2. Lady Kina17.3.17

      Organizemos, pois:
      não sei bem se estarás a par deste interessantíssimo estudo com base científica nem se isto responde à tua pergunta:

      https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/463481/seis-razoes-para-nao-tomar-banho-todos-os-dias

      (CREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEdo! que verniz é aquele!???? gente sem noção, eu heim?...)

      pessoalmente, estou como o outro:

      https://scontent-mad1-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/16602900_1086867898109307_311092201009880745_n.jpg?oh=5ba0d0d6dd203c4b2d403937615600fd&oe=5965B38D

      só tomo banho quando saio do buraco.

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    3. Eu sou claramente #teambanhoquandomeapeteceeatuaopiniãonãomeaquecenemarrefece. Sucede que que apetece fazê-lo todos os dias (às vezes que me parecerem necessárias por dia). Não acho nada prático o banho às prestações, agora uma parte, a seguir outra.
      Quanto à saúde, olha, a gente tem de morrer de alguma coisa, né, antes por banho a mais que por uma doença prolongada ou um acidente violento. :DDD

      (As unhas, olha, estão cheias de verdete. Das duas uma, é água a mais ou água a menos).

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  20. Anónimo17.3.17

    Pipoco, os seus escritos são motes; poderia elaborar-se uma tese só com um copiar colar dos comentários que aqui acolhe. na verdade, todos achamos que escrevem só para nós.
    (onónimo, agradecida pela resposta).

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  21. Anónimo17.3.17

    No meu caso foi nos trintas, depois de uma longa e dura depressão.

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  22. zé da fisga.21.3.17

    Depende muito das necessidades de cada um/ns
    Dos sportinguistas, por exemplo, precisam toda a vida.

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