26 novembro 2016

Uma maçada, Ruben Patrick. Uma maçada.

Um dos grandes enigmas por resolver, Ruben Patrick, é que elas não aceitam que nós nos eclipsemos, que, pura e simplesmente saiamos de cena, aquilo que para nós é um facilitador de processos, sair da vida delas no preciso momento em que achamos que não devemos lá estar, para elas é o cabo dos trabalhos, elas exigem explicações, querem saber dos porquês, propõem alternativas que não interessam a nenhuma das partes, não vêem vantagem na disrupção, não aceitam a maravilha do corte a direito, interessa-lhes mais a perda de tempo que é escalpelizar os motivos do que a beleza do porque sim.

13 comentários:

  1. indeed... Pela parte que me toca, preciso de entender para aceitar...

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  2. O desaparecimento súbito e silencioso é a melhor forma de dignificar toda a gente. Lamentavelmente "toda a gente" tende a discordar.

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    1. no ponto, cara Pirata, só acrescentaria: toda a gente tende a discordar desde que esteja do lado de quem não desaparece. Quando do lado de quem desaparece, tudo muda :).

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  3. O que para nós possa parecer simples,nem sempre acontece com a outra parte, acontece frequentemente.

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  4. Cá para mim, o porque sim, já é motivo mais que suficiente...
    ...se é assim; podes ir e já vais tarde...

    PS- Acho o 'porque sim' mais aceitável do que ir «comprar cigarros». Não lhe parece caro Pipoco?

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  5. Pipocante Irrelevante Delirante26.11.16

    Nunca faças uma pergunta se não estiveres preparada para ouvir a resposta.

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    1. PID, isso é para mim? É que se for, responder-te-ei...
      Agora, manobras de diversão, não!!

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  6. É o que dá ser uma espécie de popstar, mas em moldes aristocráticos =P

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  7. Cláudia Filipa26.11.16

    A verdadeira maçada é ter de olhar nos olhos de alguém que não está à espera e dizer-lhe acabou, e será para evitar essa maçada que optam por eclipsar-se, penso que é mesmo por estarem convencidos de que é o melhor para todos, mas não concordo mesmo nada com isso, mesmo que seja com boa intenção por pensarem que assim magoará menos, será o fator "não estar à espera" que precisa (daí exigir) explicações, se a outra pessoa precisa de explicações é por não ter percebido o que correu mal, por que razão/razões não dá, então digam-lhe, uma maçada de facto, fugir a isso é uma tentação, será muito mais fácil, mas não, digam-lhe, mesmo, para a outra pessoa também começar a arrumar o assunto, é que se assim não for as pessoas até podem convencer-se que se não disseram nada, se não "acabaram formalmente", é porque não querem mesmo acabar, estarão numa fase de vida complicada e misturaram tudo e por aí fora e não quiseram mesmo fechar a porta, talvez até estivessem só a ver o que a outra pessoa era capaz de fazer por vocês, se era capaz de lutar por vocês, se gostava mesmo de vocês de verdade (daí as alternativas propostas) acredite em mim que já ouvi todas estas cogitações, e por isso penso que só estes já são motivos mais do que suficientes para que, nestes casos, dizer-se acabou por isto e isto e isto e deixar claro que terminou mesmo, que não há volta a dar, não ser nada agradável, pois não, mas ser necessário e o tempo que se perder com essa conversa difícil, nada agradável, sem dúvida, irá ganhar-se daí para a frente, para ambos, penso eu.

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  8. Ruben, aquilo que o Tio pretende dizer é que é muito mais simples recorrer ao serviço devidamente remunerado que ao aborrecimento das ligações afectivas. Não há equívocos.
    Dá sempre ouvidos à sabedoria que vem da experiência.

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    1. Agora compreendi porque me disse que vós, homens, acabais sempre por ser uma desilusão...
      ---e não é que são?

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    2. :DDDDD
      o aspecto positivo é que
      comigo ninguém vem ao engano.

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