09 novembro 2016

Pipoco comenta aquilo da América (II)

Por outro lado, passei parte da noite a ouvir pessoas a dizer coisas, aliás talvez a minha maior diversão, desde que decidi de ler blogs muito ruins, seja ouvir pessoas a dizer coisas e depois, no dia seguinte, as mesmas pessoas a dizerer coisas diferentes porque a vida real não foi generosa com as suas premonições e isto de ter que com que pagar as coisas boas da vida custa a todos.

A coisa mais divertida que as pessoas que gostam de dizer coisas dizem é que os políticos têm que ouvir as pessoas comuns, que as pessoas comuns arranjam espaço, entre uma compra na Primark e uma ida à praia de Caxias, para ir votar e transformar-se numa maioria silenciosa que decide as coisas a desfavor das elites dominantes (sim, refiro-me ao texto do Corta-Fitas onde  Rentes de Carvalho me levou) e por isso a sua voz, a voz de quem vê a Casa dos Segredos e que discute no trabalho se o golo do Benfica foi em fora de jogo ou nem por isso, a voz de quem comenta boçalmente as notícias dos jornais online e que mostra nas redes sociais o que vai almoçar, essa voz tem que ser ouvida, só porque essas pessoas votam e um dia aborrecem-se e espetam com o Reino Unido fora da União Europeia, elegem a Le Pen e o tipo da Hungria, e, finalmente, escolhem o Trump quando a Hillary assentava tão melhor ao mundo.

E eu, que também digo coisas variadas, sei que não, que a voz das pessoas comuns, a do bom povo, raramente é boa conselheira, que o facto de poderem votar não lhes dá o poder se nos dizerem a coisa certa, que a democracia é fantástica, que é, mas não é infalível.

24 comentários:

  1. Pipocante Irrelevante Delirante9.11.16

    Normalmente as ovelhas costumam estar acompanhadas de um cão.
    E de um tipo com um pau comprido (vulgo cajado)

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    1. É verdade, PID. Haverá sempre quem, no fim, tenha que decidir. Não é uma má coisa.

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  2. A democracia é só a coisa menos errada.

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  3. Anónimo9.11.16

    Tocam as Trumpetas do fim do mundo !!!!

    Mary

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  4. Raios, muito rápido, diagonal, pouco tempo...

    É preciso apascentar os gentios?
    Afinal o professor Oliveira sempre teve razão.

    Sim, Hillary seria delirante para o Mundo.
    Obama foi delirante, excepto a pirómana atitude do "tudo em chamas", imenso emprego nos states, precário e deliciosamente remunerado, que afinal é melhor que nada, vai-se rodando do emprego para o "entre empregos", o fantástico programa de drones com orientações comportamentais, o homem teve o mérito de ter o país envolvido em tudo aquilo que foi conflito sem oficialmente declarar guerra a ninguém, só se lhe pode louvar a inteligência. Até foi ele a capturar o Bin Laden.

    Sim, porque há presidentes dos Estados Unidos que são bons para a Europa, assim como a Alemanha e a França são boas para países como Portugal. É a Bondade que orienta as relações internacionais. A Bondade e o Afecto.

    E a fascinante ideia, Le Pen eleita por simpatia.
    O sujeitinho da Hungria, e o da Turquia, e o caos na Síria, Líbia, Egipto, Iraque, já lá estavam...
    Enfim, o maluco do Houellebeq está farto de avisar.

    Ah, o botão!
    Por todo o lado o lamento do botão! Se as acções do idiota desvalorizam, botão! Se a mulher dorme com o porteiro, botão! Se o cão lhe caga no meio da sala, botão! As acções podem subir se carregar no botão, Botão!!!

    Estamos perdidos. Putin é tão melhor, de tronco nu...
    As pessoas deviam ver menos cinema norte americano.

    Já agora, ideia de negócio: a Toys'r Us poderia começar a vender umas pastinhas negras com uma algema plástica e um botão grande, vermelho, no interior, como se vê nos filmes, com muitas luzinhas a piscar. Vai ficar na moda. Isso e os abrigos nucleares (deve ser emocionante sobreviver a um holocausto nuclear).
    Se ficar, a ideia foi minha.

    Se o lerdo carregar mesmo no "botão" tudo isto acima terá sido um disparate. Mas quem se importará com isso?

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  5. Nem tudo o que se diz, numa campanha, será necessariamente o que se faz.

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  6. Agora é bonito defender-se que devemos ouvir o povo para evitar o populismo. Parece-me uma tese paradoxal mas pode ser de mim.

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  7. Cláudia Filipa9.11.16

    Gostei mesmo de ler estes seus textos e, neste momento, talvez não devesse comentar, mas por ser para si e por confiar que vai dar o devido desconto à carga emotiva, cá vai:
    Então, mas Donald Trump não é o tal verdadeiro americano, um digno representante da América do Norte, o verdadeiro representante do tal sonho, o self made man que trabalha as tais doze horas por dia para ser o mais rico que conseguir ser e adquirir o máximo de coisas que conseguir adquirir como prova irrefutável do seu sucesso e bem-estar, não será por acaso que ouvimos portugueses que lá vivem a dizer que o apoiavam considerando-o um exemplo a seguir. Desde as correrias que vemos nos filmes de gente que ia de todo o lado tentar espetar a estaca no melhor bocado de terra que conseguisse, a tal terra das oportunidades, o grande problema talvez seja mesmo aquele de não saber-se quando se deve parar, talvez para isso precisassem de ter tempo para ouvir, e para ler, para ler gente que parou para pensar e sentou-se a escrever coisas, gente que dá-se ao trabalho de reflectir e ainda por cima deixa testemunhos de uma forma mais objetiva ou subjetiva quando através da ficção, Trump é um dos tais que nunca leu um livro e há-de olhar para si com um sorriso de quem sabe verdadeiramente das coisas e dizer-lhe que não tem tempo para isso, que está ocupado a dar trabalho a muita gente, gente que só serve mediante a utilidade que pode ter na linha de produção, gente agarrada às inúmeras contas para pagar e ao indispensável seguro de saúde ou morre na valeta, que isto de viver é para quem pode e custa muito dinheiro, hão-de aparecer-lhe a mulher do Trump e a filha do Trump vindas do instituto de beleza mais caro e conceituado que existir e Trump há-de sorrir-lhe como quem lhe diz que não é para quem quer é para quem pode, a indumentária será prada, com graça, vá, eles também têm graça, disseram-nos num filme que é o que o diabo veste, esse outro vencedor, e nós aqui na Europa, Pipoco, fomo-nos rindo disto ao mesmo tempo que íamos imitando e agora, Pipoco, também nós, aqui na velha senhora, temos os nossos próprios Trumps que já estiveram muito mais longe do poder (bem, tirando aquela altura em que permitimos que um Hitler fizesse o que fez).

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    1. Cara Cláudia, tem imensa razão. Mas repare:

      - Há um senhor francês que vai de lambreta encontrar-se com a amante, não que eu tenha algo contra as amantes. Também tem bolos nucleares, embora não deva ter escolhido um botão, coisa de tão pouco élan.

      - Há um senhor americano que mandou matar mais gente com drones que qualquer outro senhor da história. Tem um nobel da Paz. Achou por bem que se um sujeito parece um terrorista lá para o Afeganistão é porque é mesmo um terrorista.

      - Há uns senhores portugueses que têm imensa aversão à verdade, é coisa que lhes custa, quase como extrair um dente, papagaios em poleiro cantando há décadas e vendendo a cousa pública ao desbarato. A Pátria honrai que a Pátria os contempla.

      - Há outros senhores na europa que decidem sistematicamente em favor dos interesses dos grandes conglomerados económicos, e que começam a ficar aborrecidos com aquela coisa do Irão, que afinal saiu do eixo do mal e está na iminência de lá voltar, estragando tantos negócios de amigos daquele senhor da lambreta.

      - Há um outro senhor na europa, muito aborrecido com um senhor português que foi maoista no bons velhos tempos da juventude, que se saciou com obscuros acordos com multinacionais que não pagam impostos. Também temos cá disso, concessões públicas com hilariantes anexos omitidos do conhecimento público (pode crer que é hilariante ver aqueles contratos).

      A propósito da mão de obra barata, da exploração e instrumentalização humana, da fuga aos impostos consentida, espero que a cara Cláudia não:

      - tenha iCoisas da Apple (até porque há bem melhor)
      - tenha gCoisas da Google (baratas, má imagem)
      - compre eBooks da Amazon (o kindle reader ou lá o que é a porcaria é horrível; eu sei por experiência; e a alexa nunca mais cá chega para poder perguntar qual é o sentido da vida - devo ter lido ou visto isto em qualquer lado)
      - beba Coca-Cola (dizem ser desagradável à saúde)
      - necessite de medicamentos (em geral são desagradáveis aos bicharocos que nos apanham)
      --- não teria tempo para completar a lista ---

      Quanto a esse mito de "ler livros": tenho dois colegas que são autênticas sumidades nas suas áreas, catedráticos antes dos 40 anos, que raramente lêem um livro que não seja técnico. Interessa-lhes mais IA e veículos autónomos. Vá-se lá perceber, podiam estar a ler Bob Dylan. Tenho outros colegas com escolaridade obrigatória ou nem isso cuja vida pouco tempo lhes deixa para ler o que quer que seja e que são absolutamente fulcrais no trabalho que fazem, trabalho que eu seria incapaz de fazer com a mesma qualidade sem anos de treino.

      Não vamos exigir demais. De outro modo entramos naquele colapso de não sair ao jardim para não pisar relva e estragar o karma.

      E, longe de gostar do personagem, ou da sua ex rival, convenhamos que compara-lo a psicopatas como Hitler, Estaline, Pol Pot e afins, é um nadinha excessivo. Aqueles não tinham o Botão. Bem, pelo menos dois deles não tinham. Mas há sempre um crocodilo à mão.

      Há uma falácia que prospera. Acredita-se que um político eleito (a maior parte deles não são eleitos, são nomeados pelos partidos) por uma maioria de cidadãos terá por objectivo satisfazer os interesses da generalidade da população. É verdade, no país dos Afectos e das Maravilhas, onde quer que fique.

      Abraço.

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    2. Cláudia Filipa10.11.16

      Caro onónimo, eu e o onónimo fazemos parte da engrenagem do capitalismo, que resumiu neste seu comentário, é o que temos, claro que se vivemos no e do sistema, usufruímos dele, é forçoso que todos tenhamos a nossa parte de culpa, até vou confessar-lhe que seria menos feliz se não bebesse coca-cola de vez em quando. Agora, os sistemas podem e devem ser melhorados, por isso há sempre tanta gente a tentar fazer os diagnósticos mais corretos, o objetivo será o de ir curando as maleitas aos poucos e nós podemos colaborar para a aceleração das curas, isto se não fizermos parte dos que beneficiam com as doenças e que lutam ao contrário para que tudo fique na mesma, bem, o que acaba por ser bom é que, chegando a pontos limite de asneira os próprios sistemas encarregam-se de colapsar mesmo sem ninguém carregar em botão nenhum, repare como "o sistema tem estrebuchado" nestes últimos anos e anda tudo ai,ai,ai, ou seja, talvez possa dizer-se que o próprio sistema força a procura das melhores condições para poder manter-se.
      Quanto a isso de ler livros, que é extensível a outras coisas, mas resumi que isto é uma caixa de comentários, tenho uma certa ideia relativamente à capacidade cognitiva, à elasticidade mental, ao saber pensar, à maior capacidade de adaptação e à enorme importância que é perceber um bocado de pessoas, e claro que posso não ter razão nenhuma, acontece que as pessoas que tenho conhecido que são melhores nisso tudo são também as que têm uma maior, mais diversificada, bagagem intelectual, repare que não estou a falar de um grande crânio numa determinada área, num excelente técnico numa área especifica, falo de gente que tem interesses vários. E sim, de um líder de um país eu exijo muito, alguém que chefia outros deve ser o melhor deles todos ou tão bom como os melhores, se isto é estar a exigir demais, então exijo demais, um tipo que lidera um país não deve ser um mata e esfola de conversa de café, e muitas vezes Donald Trump foi, pelo menos a discursar e nos debates, um mata e esfola de conversa de café, daqueles para quem até sorrimos e pensamos que não dá mais que aquilo e ninguém está ali para aborrecer-se e ele tem tanto direito a desanuviar das chatices da vida dele como nós, mas, lá está, nem nos nossos sonhos mais excêntricos nos aparece como presidente de um país. E já agora, digo-lhe que sempre me irritou usarem-se segredos de alcova (se não estivermos a falar de crime, claro) como arma de arremesso seja contra quem for, os "pecados" que quem nos lidera pode cometer e com os quais pode prejudicar-nos a todos são outros e são esses que devem ser postos a nu, o resto é palha para alimentar tablóides.
      E onónimo, temos de fazer tudo para que um político eleito por uma maioria de cidadãos tenha por objectivo satisfazer os interesses da generalidade da população, a isso não se chama o "país dos Afectos e das Maravilhas" chama-se evolução.

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    3. Estava a adorar a vossa conversa, mas permita-me corrigir cara Cláudia " temos de fazer tudo para que um político eleito por uma maioria de cidadãos" não foi a maioria, até teve menos 200000 votos que Hillary mas o que interessa é ficar à frente em certos estados e foi o que aconteceu.
      Senhor onónimo quiescente "Há um senhor americano que mandou matar mais gente com drones que qualquer outro senhor da história", falamos só de drones certo, pois só à fome numa revolução "cultural" morreu mais gente do que na IIGM, mas de acordo com o resto e então o Nobel, foi algo de surreal.

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    4. Cláudia Filipa10.11.16

      Tem toda a razão, Misha, quanto à especificidade eleitoral dos Estados Unidos, mas entendi que o onónimo estava a referir-se em termos genéricos, sem especificar este caso particular ou qualquer outro (nós por cá também temos agora a "geringonça") sem estar a referir-se ao que é tido em conta para chegar à conclusão de quem é efetivamente eleito e a minha resposta foi no mesmo sentido.

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    5. Ufa, tantos esclarecimentos necessários.
      Cada frase um prego no caixão.
      . sim, estava a ser genérico. o problema está na minoria plutocrata com absoluta preponderância nas decisões políticas.
      . sim, só de drones e da construção de mitos. bolas, até mencionei Pol Pot...
      . não, um líder não tem de ser um dos #melhores, coisa subjectiva. tem de saber liderar.
      . a #bagagem# também é subjectiva, era esse o ponto. na minha perspectiva algumas das mais belas construções estéticas humanas, ou como se pretenda chamar, manifestam-se em expressões matemáticas. e são de uma beleza indescritível
      . por vezes tende-se a esquecer a cultura científica, e não me refiro apenas a ciências exactas, mas ao modelo do intelectual que lê os clássicos, joga xadrez, frequenta a ópera e o teatro assiduamente. essa #bagagem# não é a única que estimula o intelecto.
      . do sistema: sim, Trump explora as fragilidades intencionais do sistema, Hillary também, e a Apple e a Google, a Amazon e todas as empresas e indivíduos com recursos suficientes. não é específico do sujeitinho, como pode ser depreendido do texto original

      a bola azul continua a rolar. um pouco menos azul mas sempre a girar.

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    6. @ Cláudia Filipa - Muito obrigado cara Cláudia

      @ onónimo quiescente - desculpe por coloca-lo em tal situação de explicador, mas obrigado por se ter dado ao amável trabalho se bem que comece um pouco ao estilo do whisky de Sacavém e desde já me explico que fui um pouco irónico no comentário anterior, mas que por culpa minha decerto lhe passou. Também fui genérico podia ter falado da América do Sul e como foi democratizada mas sabe-o melhor que eu. Novamente de acordo com tudo, pelo que não percebi os esclarecimentos adicionais, mas foi um prazer ler.

      Obrigado desde já e desculpe se me expliquei mal.

      Cordialmente

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  8. Anónimo9.11.16

    Alguém disse algo do género: "A maioria, normalmente, não é a que está certa". Ora, se a maioria votou Trump...
    A maioria é a democracia, nada mais.

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    1. olhe que não, olhe que não, a Hilalry teve 59 814 018 votos e o Trump teve 59 611 678 votos, pelo que ela teve mais 200 000, a questão é que o sistema eleitoral deles é diferente, por isso está enganado.

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante10.11.16

      A maioria não é a democracia. A democracia deve proteger os direitos e as vontades das minorias.
      Pois, isto é uma coisa complexa...

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    3. "A maioria não é a democracia". Quem disse que era? Mas no nosso cantinho servia para ser ela a eleita, mas como têm um "colégio" e certos estados contam mais que outros e o resto da história já sabe...

      A democracia deve proteger os direitos (e as vontades) de todos.

      Vontades?

      Quer explanar melhor?

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    4. Pipocante Irrelevante Delirante10.11.16

      Quem disse? O Anónimo...

      Por acaso em Portugal para Governo, quem tem o maior número de votos pode não obter o maior número de deputados (basta a abstenção ser elevada em Lisboa e Porto).

      Vontades... por exemplo, vícios privados que podiam perfeitamente ser ilegais, como beber.
      Nada a ver com o direito de credo, ou outros direitos civis, como casamentos ou adopções.

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  9. Concordo que é um problema grave não existir uma consciência política e faltar instrução a boa parte do eleitorado para não ser captado por movimentos populistas, mas tenho uma contestação a fazer: o Benfica ainda não marcou nenhum golo em fora-de-jogo. E mesmo que tivesse marcado, a partir de quando é que o futebol se tornou tema menor? Ou só é de menor importância quando não se trata do seu clube supostamente elitista, mas que tem numa das suas claques uma vincada ideologia neonazi? Ande lá, ande lá. Não use o snobismo intermitente, que não lhe assenta nada bem.

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    1. Anónimo10.11.16

      Sr. Lápis, então e os "No Name Boys" do Benfica também não são neo-nazis? E sim, o futebol é um tema menor.

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    2. Os No Name Boys? Neonazis? Não, não são. São um grupo de sócios afecto ao Benfica que é apolítico e apartidário. Se assim fossem, com certeza não me teriam como seu membro. De onde vem essa ideia que cola os NN à extrema-direita?

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    3. Cláudia Filipa10.11.16

      Lápis Roído, se me permite, eu sou do Benfica, sou Mesmo do Benfica, não digo que sou só por dizer, mas divirto-me cada vez que este Sportinguista, Pipoco Mais Salgado, se mete connosco, é daqueles casos em que as picardias são giras, saudáveis, e, às vezes, apetece-me ligar à provocação e pago-lhe na mesma moeda, sendo que a mesma moeda é o patamar da brincadeira saudável, bem, tendo em conta este contexto, é caso para despedir-me de si com saudações Benfiquistas.

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    4. Cláudia Filipa, é claro que percebo o tom de brincadeira do autor. Caso tenha deixado a impressão errada, peço desde já desculpa a D. Pipoco, a si e aos restantes comentadores desta caixa, mas foi também nesse sentido que deixei a pequena provocação em relação à ideologia política de uma das claques (ou de um subgrupo de uma das claques) sportinguistas. Se fosse para falar num tom mais sério, pegaria em qualquer outro tema abordado neste post, uma vez que é riquíssimo. Não se preocupe, não venho para desestabilizar o clima harmonioso que por aqui se vive. Vemo-nos no Marquês! Convite extensível a D. Pipoco. Sempre pode ver o leão lá no alto. Saudações benfiquistas, minha cara. Louvo-lhe o bom gosto! ;)

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