06 junho 2016

Breve história das redes sociais (I)

Diz o que te vai na alma, afinal és como és e isso é que importa.

(mas quando a turba te cair em cima porque te espalhaste, não te esqueças de pedir muitas desculpas)

3 comentários:

  1. Ou então finges-te de morto que a turba tem memória de peixe e passados dois dias já ninguém se lembra de quem tu és.

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  2. Cláudia Filipa6.6.16

    Sabe, já há algum tempo que penso que as redes sociais transformaram-se na forma que "o mundo civilizado" arranjou para continuar a apedrejar pessoas na praça pública.

    (a turba adora que todos digam o que lhes vai nas almas, que todos sejam como são, desde que digam o que também vai na sua própria alma e que sejam iguais a ela, turba)

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