22 junho 2015

Uma coisa nova por dia

Ter alguém à minha espera no aeroporto a segurar um cartão com o meu nome escrito.

(infelizmente eu já tinha alugado carro...)

31 comentários:

  1. A sério? Tanto queria para mim....A mim nunca me aconteceu...

    ResponderEliminar
  2. Respostas
    1. Anónimo22.6.15

      A quem?

      Eliminar
    2. Acontece quando tem de acontecer simples!

      Eliminar
  3. Anónimo22.6.15

    Seguramente que o cartaz não era para si.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estava um tipo à saída do meu voo, com um cartaz escrito com o meu nome e o logotipo da empresa que me convidou para dizer umas coisas.

      Mas talvez não fosse para mim. Seguramente...

      Eliminar
    2. Anónimo22.6.15

      só não entendo essa falta de coordenação da empresa que o convidou e a sua secretária....essas coisas ditas assim são só má gestão de agenda...

      Eliminar
    3. N obstante tudo o resto, sim, pq n é nada usual haver desorganização nas empresas. Se quiser apresento-lhe a minha...é com cada pérola (e n é por ser pequena)

      Eliminar
  4. Anónimo22.6.15

    Desmancha-prazeres.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo22.6.15

    Estranho é não chegar e ter o aeroporto vazio....uma única pessoa, com um cartaz com o seu nome. E nesse momento começar a correr com o dobro da velocidade só porque os tapetes rolantes, só seus, permitiram conceder-lhe essa experiência. E ter uma única mala em todo o aeroporto- a sua! Já estou a juntar muitas coisas novas num só dia...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não tem que ser obsessiva em relação a mim, minha querida anónima...

      Eliminar
    2. Anónimo22.6.15

      Não tem de ser excessivamente confiante em relação a si, meu querido Pipoco...

      Eliminar
    3. Sabe bem como eu sou, minha querida anónima: um incorrigível e arrogante senhor de si próprio...

      Eliminar
    4. Anónimo22.6.15

      Não sei, não. Mas imagino que não o seja. Se tivesse de apostar diria que até é mais para o reservado. Acontece que ser arrogante transmite uma ideia de sucesso com o sexo oposto, não é?

      Eliminar
    5. Não sei. Transmite? E, transmitindo, qual seria a minha vantagem competitiva, atendendo a que falamos do segmento "pessoas do sexo oposto que frequentam blogs?"

      Eliminar
    6. Anónimo23.6.15

      Não sei. Diga-me, meu querido Pipoco. Qual é o prazer que sente em arrancar meia dúzia de suspiros virtuais?

      Eliminar
    7. Minha querida anónima, desconheço o conceito. Suspiros virtuais?...

      (os suspiros não serão demasiado preciosos para se misturarem com o virtual?)

      Eliminar
    8. Anónimo23.6.15

      Um suspiro não passa de ar expelido, não terá nada de precioso.
      Eu explico, o meu querido Pipoco escreve umas tolices e faz meia dúzia de tolinhas suspirar enquanto pensam que ali está um homem como deve ser, um verdadeiro macho, em vez do parvo do Zeca que adormeceu no sofá da sala de dez metros quadrados e ainda por cima ressona. É isso o suspiro virtual, extremamente banal e simplista, como vê.

      Eliminar
    9. É uma explicação com lacunas, querida anónima. E repleta de imprecisões. Eu não ressono, por exemplo...

      (nenhuma tolinha ficou tanto tempo à conversa comigo)

      Eliminar
    10. Anónimo23.6.15

      (talvez porque eu não seja uma tolinha e não suspire por si)

      Eu expliquei o seu efeito nas tolinhas, não o pretendi descrever. Suponho que também não se chame Zeca. Talvez Cajó...

      Eliminar
    11. Anónimo23.6.15

      Tenha então uma boa noite meu querido Cajó. Já lhe dei atenção em demasia, vou ter com o parvo do Zeca que adormeceu no sofá da minha sala minúscula. E que não ressona.
      (Dei-lhe uma saída airosa. Cheio de sorte. Até um dia, talvez)

      Eliminar
    12. Anónimo23.6.15

      Esta Anónima é brilhante.
      Se volta muitas vezes....lá se vai o blog do Pipoco, no tempo de um suspiro.

      Eliminar
  6. Cláudia23.6.15

    Pipoco a anónima tem razão. Lamento. Passo a explicar:
    O meu Zé, está no sofá
    Não ressona e é bem giro
    No entanto, assim que aqui chego
    Sai-me logo um suspiro
    O meu caro não tem culpa
    De nada o posso acusar
    No entanto tem dias
    Que não só suspiro, como começo a hiperventilar
    E agora vou-me embora
    Que o meu Zé já reparou
    Que desde que estou aqui
    Tudo em mim se alvoroçou

    (está giro o diálogo anónima/Pipoco)

    ResponderEliminar
  7. Anónimo23.6.15

    (nenhuma tolinha ficou tanto tempo à conversa comigo) ahahahahahahahahahahahahah

    O tio hoje está bem disposto...apetece-lhe interagir com pessoas do sexo oposto que frequentam blogs. Talvez...uma coisa nova.

    ResponderEliminar
  8. Anónimo23.6.15

    Isto seria muito mais divertido se frequentado por mais anónimas destas. Em vez das lambe-botas pseudo-intelectuais do costume. Anónima volte sempre.

    ResponderEliminar
  9. Cláudia23.6.15

    Pipoco, tem de organizar um combate. De um lado, as "lambe-botas pseudo-intelectuais", (penso que devemos aproveitar sempre as gentis palavras das outras pessoas) do outro lado, as anónimas iluminadas pela luz do discernimento e da sabedoria. Alto e bom som, claro, mas claro, "eye of the tiger".

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Cláudia, não se iluda: as anónimas têm o brilho que eu lhes quiser dar.

      Eliminar
    2. Anónimo23.6.15

      Fiquei magoada. Quer então dizer que na sua opinião não passo de uma borboleta? À volta da luz brilhante do candeeiro?
      (acautele-se, querido Pipoco, as lâmpadas fundem-se)

      Eliminar
    3. Cláudia23.6.15

      Pipoco, agora até me ofendeu. Então não está farto de saber que eu pertenço ao grupo das iluminadas pela pela luz do discernimento e da sabedoria...lá preciso de ser alertada para o óbvio...

      Eliminar
  10. Anónimo23.6.15

    Ai Pipoco, Pipoco, eu cá digo que isto foi maldição do novo header, mas a verdade é que o Pipoco já começou a gastar as argumentações do antes de.
    Está sem sal algum. Dieta ? problemas de saúde ?
    A frase "as anonimas têm o brilho que eu lhes quiser dar " é tão chocha que custa a acreditar que esteja aqui escrita por si.

    ResponderEliminar