21 dezembro 2014

Houve um tempo em que procurei Deus onde me diziam que era certo encontrar Deus

E afinal estamos perto de Deus quando voamos velozes numa pista deserta, sendo nossas as primeiras marcas na neve que caiu durante a noite, com a Missa Solemnis a tranquilizar-nos a descida.

10 comentários:

  1. Mas Beethoven ouviu Deus pessoalmente, decerto, no silêncio povoado de sons em que vivia.
    (Eu confesso a minha absoluta parcialidade quanto à versão do Gardiner.)

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    Respostas
    1. Deus, silêncio e música: a trilogia divina, o triângulo perfeito que define o encontro ( um encontrão, diria).
      O primeiro som vem do silêncio, o ultimo acorde mergulha no silêncio -Gardiner em Bach e Beethoven dá-nos a aproximação possível ao coro celestial que os pastores também escutaram.
      Um Natal cheio de deslumbramento e encontrões, para todos.

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  2. De deus, convém manter uma distância de segurança. Especialmente quando numa pista de ski.

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  3. O mais próximo que conseguimos chegar de Deus é de facto perante a natureza

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  4. Anónimo22.12.14

    Tio, eu quando estou a fazer as minhas caminhadas "dentro" da natureza, é lá que encontro Deus, no silêncio e contemplação... mais do que em igrejas. :)
    Bjnhs,
    VW

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  5. Deus queira que Deus exista, então.

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  6. Já em criança, pensava para com os meus botões, que os adultos eram seres estranhos e prodigiosamente estúpidos se pensavam que Deus abandonaria árvore, pedra, regato e mar, para se deixar trancar numa igreja. Nunca cresci ao ponto de mudar de opinião.

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  7. Anónimo22.12.14

    Mas se o próprio Pipoco se considera Deus...
    Que estranho post.
    O Shumacker também se achava um deus das pistas, se bem que de textura diferente.

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